Saiba aqui o significados das letras dos carros com câmbio automatizado.

Os carros com transmissão automática estão cada vez mais populares e com isso vem aparecendo um problema muito comum, que é o fato da maioria dos motoristas brasileiros não ter a menor ideia de como dirigir estes veículos. Independente se é CVT, convencional ou dupla embreagem, os carros automáticos estão ficando com o preço mais em conta e ganham as ruas e avenidas das cidades de todo o Brasil. Só que muitos motoristas estão tendo o primeiro contato com esse tipo de transmissão agora e é preciso tomar cuidado, porque apesar de oferecer muita comodidade, é importante saber usá-la corretamente.

O primeiro passo é aprender as posições do câmbio, sendo:

  • P: esta posição é para quando parar o carro, assim o veículo fica travado e não se movimenta.
  • N: esta é a posição neutra, onde o veículo fica livre, já que não tem marcha engatada.
  • R: posição de ré, só para manobras.
  • D: é a posição 'drive', ou seja, dirigir, é para quando o veículo estiver em movimento e as marchas vão sendo trocadas sozinhas.

O erro mais comum entre os motoristas que dirigem um carro com câmbio automático pela primeira vez, é ficar usando o pé esquerdo o tempo todo. É que sem querer, o motorista acaba pisando no freio, achando que é a embreagem e isso ocasiona freadas bruscas, podendo até mesmo causar uma colisão, caso venha algum veículo atrás. Quando entrar em um carro automático, o motorista precisa se conscientizar que não poderá usar a perna esquerda para embreagem, pois tem apenas o acelerador e o freio à sua disposição.

Um carro com câmbio automático, quando está com a marcha na posição D, significa que ele irá andar. Pode parecer algo básico, mas os motoristas novatos neste tipo de veículo acabam se esquecendo disso, o que é um grande perigo. É preciso andar um pouco no carro em locais sem movimento, para se acostumar com este processo conhecido como 'creeping'.

A marcha no P, é para travar o câmbio, mas nunca confie apenas nisto, é fundamental que se use o freio de mão. Deixar o carro no P, em descidas, por exemplo, acaba prejudicando o câmbio. Essa trava não é para segurar o peso do carro, esta função continua sendo do freio de mão. Quando parar em uma ladeira, puxe o freio de mão, em seguida engate o N, tire o pé do freio e só depois coloque no P.

No trânsito, quando parar em algum semáforo, por exemplo, não precisa colocar a marcha no N. Os carros automáticos foram produzidos para a marcha ficar no D, nestas ocasiões.

Outro detalhe importante é nunca engatar a ré ou colocar a marcha em P, com o veículo em movimento. Assim como no câmbio manual, no câmbio automático o motorista nunca deve engatar ré com o carro em movimento, isso pode até quebrar alguma peça do câmbio. E esta mesma dica vale para o P, pois vai desgastando de forma necessária o câmbio, até que algo estrague e o conserto fica caro.

Em relação à aceleração, outro cuidado importante. Só acelere o veículo depois que a marcha estiver em D. Não siga o conselho de alguns motoristas que dizem que é bom deixar no N, acelerar e depois passar para o D, isto prejudica o sistema e em alguns casos, chega a quebrar o conversor de torque.

Observe que a maioria dos câmbios automáticos já contam com o botão de trava e ele deve ser usado para que as marchas não sejam engatadas com o carro desligado.

E além das 4 marchas que são padrão, alguns carros ainda têm outras posições. Se estiverem numeradas na alavanca é porque o motorista pode limitar o câmbio a uma determinada marcha, caso queira. Se tiver o L, significa 'low', ou seja, a força será priorizada. Se tiver o S, é para deixar no modo esportivo, onde o desempenho do carro será priorizado.

Por Russel


Donos de automóveis podem valorizá-los tomando algumas precauções e tendo alguns cuidados na sua manutenção.

Depois do imóvel, os veículos automotores estão entre os patrimônios mais almejados e consumidos pela população. Assim, é de grande importância estar atento e buscar compreender, em detalhes, o que é um carro usado tanto na aquisição quanto na venda. Todo proprietário e comprador precisam estar muito atentos quanto à qualidade do que vendem ou adquirem, sobretudo quando se trata de veículos. A norma fundamental expressa que quanto mais cuidados forem dedicados ao carro, menor será o investimento para torná-lo apresentável na hora de sua venda. Todo conselho nesse sentido deve ser levado em conta para quem desejam vender ou comprar.

Entre as melhores dicas estão: o reconsiderar a ideia de disponibilizar o carro para uma concessionária; manter as peças originais; manter o veículo limpo; preservar os comprovantes de manutenção, o manual e a chave reserva; manter a documentação em dia; descartar as customizações e nada de pequenos reparos na pintura. As pessoas que desejam adquirir um bem, geralmente, buscam por algo original, mesmo que seja de segunda mão.

Portanto, saber estimar o carro, conservar a sua qualidade durante o tempo de uso, caso se deseje, posteriormente, passá-lo adiante é um bom investimento. Em geral, os compradores são muito exigentes. Qualquer imperfeição no visual ou na mecânica pode desmotivar o cliente. A função das garagens é fundamental, a fim de proteger o veículo do sol, da chuva e da implacabilidade dos elementos. Isso é o mínimo que deve ser feito para se manter a pintura e a funcionalidade.

Em suma, vale muito a pena tentar manter o automóvel em seu aspecto original o melhor que for possível. Nada de acessórios adicionais. Um carro muito customizado e aparelhado de peças não originais desmotiva o comprador. É preciso levar em conta que muitos consumidores são colecionadores, em busca de unidades preservadas em sua integridade. Todo aparelhamento adicionado tende a personificar demais e baratear.

A higiene, tanto exterior quanto interior, é fundamental. Poder entrar em um clássico Opala 1974 ou um Galaxy 1970 e poder sentir o aroma do couro original dos bancos é algo que encanta muito os compradores. Vale muito a pena manter os estofamentos higienizados e tentar protegê-los de ressecamento, em especial aqueles produzidos em couro.

Como a estética é muito importante para causar boa impressão, retoques na pintura original podem desvalorizar muito. Vale a pena, no caso de veículos atuais, buscar informações sobre concessionárias que possuem convênio com funilarias que certamente oferecerão serviços de qualidade, em reparos. Manter o carro de modo que o mesmo pareça zerado é a chave para um negócio bem sucedido.

No caso dos automóveis mais atuais, e dentro do tempo de garantia da montadora, vale muito a pena mostrar essa condição ao cliente, ou seja, o manual do proprietário deve conter todos os carimbos das revisões obrigatórias, que são realizadas nas concessionárias. A chave sobressalente também deve ser incluída no pacote, no sentido de garantir um diferencial qualitativo e conquistar a confiança do comprador.

Também é de grande relevância conservar o máximo de comprovantes de registro de manutenções, no sentido de apresentar ao cliente uma ficha completa do histórico do carro. É muito importante primar pela qualidade, para atrair mais compradores. Dica importante: frequentar mais concessionárias e eventos nos quais carros usados são expostos.

Toda pessoa que possui um veículo e deseja vendê-lo, certamente precisa raciocinar como um capitalista que deseja garantir que seu negócio vai render, ofertando produto de alta qualidade. O capitalista tem o dever de se interessar pelo cliente. O comprador, por sua vez, precisa ser exigente em todos os sentidos.

Por Paulo Henrique dos Santos

Cuidados com o carro


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve tomar antes de comprar um carro usado.

A compra de carros usados de 4 a 8 anos tem crescido bastante, pode ser a melhor opção de compra para muitas pessoas. É claro que para comprar um carro assim, é preciso ter atenção a alguns detalhes para que essa aquisição não se torne uma dor de cabeça. E se para ter um carro bom e com um valor que caiba no bolso for preciso cuidado redobrado, é melhor seguir as dicas que vão estar logo abaixo:

Avaliar a quilometragem do carro

Para não ter problema com a compra do carro usado de 4 a 8 anos, é fundamental analisar a quilometragem do carro. Um carro usado de 6 anos geralmente tem a quilometragem de 50.000 a 60.000 Km. É preciso fazer uma avaliação dessa quilometragem, avaliando a marca e seu modelo, pois alguns carros precisam de ajustes e só o comprador vai poder avaliar se vai valer a pena pagar por essa manutenção.

Avaliar os amortecedores

O amortecedor é uma peça fundamental de qualquer carro, por isso deve ser avaliada com muito cuidado. Se tratando de um carro usado de 4 a 8 anos. é bem comum haver batidas ou algum incidente com um carro dessa idade, e quando um carro bate o amortecedor, ele pode deixar esse veículo danificado, principalmente se não for feito um concerto correto nele. E vale lembrar também que os amortecedores têm sua ação perdida depois de um tempo, geralmente depois dos 30.000 km rodados. Na hora da compra é preciso avaliar o tempo de uso desse amortecedor e caso já seja antigo, o novo comprador precisa ter a certeza que vai ter de trocar essa peça.

Avaliar os Pneus

Os pneus são itens que passam despercebidos na hora de comprar um carro usado. E eles são fundamentais na análise de valor desse carro. Os pneus têm vida média de no máximo 40.000 km, é claro que os cuidados do dono do carro contam muito, porém, vale ressaltar que depois desse tempo é preciso ficar atento a troca dessa peça. Muitas pessoas usam o famoso estepe, e isso é uma forma de sabotar a real valorização do carro.

Avaliar a Embreagem

É preciso ter muita atenção a essa peça do carro usado, principalmente se o câmbio for automatizado. Como as marchas são trocadas automaticamente, é preciso avaliar elas andando no carro. O ideal é jogar limpo com quem está vendendo ou a loja e dizer que precisa fazer um test drive antes de concluir a compra do carro. Vale ressaltar que a embreagem de um carro usado costuma ter problemas e é preciso avaliar qual será o custo do conserto caso ela não esteja 100%.

Avaliar o superaquecimento

Os carros com idade de 4 a 8 anos podem apresentar o problema de superaquecimento. Esse detalhe fica encoberto na maioria das vezes ou até mesmo bem camuflado. Para evitar surpresas desagradáveis nesse sentido, o ideal é levar um mecânico de sua confiança para analisar o carro antes de efetuar a compra do mesmo.

Avaliar a direção hidráulica

É preciso avaliar muito bem a direção hidráulica do carro que será comprado. Normalmente quando o carro está com algum problema nessa área, ele vai emitir sons estranhos, fica bem fácil de perceber. O ideal é dar uma volta no carro e avaliar qualquer tipo de ruído, caso fique em dúvida, o ideal é levar um mecânico especialista para avaliar se existe algum problema na direção hidráulica. Caso queira comprar o carro com problema nessa parte, saiba que terá que desembolsar um valor mínimo de R$ 2.000,00. As vezes não compensa comprar o carro com defeitos na direção hidráulica.

Essas são as principais dicas para quem quer comprar usado com idade de 4 a 8 anos!

Cristiane Amaral


Confira como dirigir carros automáticos e principais dicas.

O carro automático tem conquistado cada vez mais os motoristas brasileiros, principalmente pelo fato de deixarem o ato de dirigir menos cansativo. Afinal, com esse modelo, ao parar no congestionamento, você pode dar uma folga para o seu pé esquerdo. O automóvel automático pode ser encontrado em versões mais sofisticadas e também nas mais populares.

Você pretende trocar de carro e quer deixar de lado o modelo manual e dar preferência para um veículo automático? Para quem não está acostumado, é comum sentir diferença e até certa dificuldade para começar a dirigir esse último tipo de automóvel. Porém, com algumas dicas simples é possível se tornar craque na direção.

Entenda a posição das marchas

Ao dirigir um carro automático, provavelmente a primeira diferença sentida diz respeito à posição das marchas. Ao contrário do modelo manual, as marchas não ficam em H, pois estão alinhadas e os números de 1 a 5 substituem as letras. Na versão manual, a troca de marchas tem que ser feita por meio do comando do motorista, que tem que puxar a alavanca de câmbio, enquanto que no automático, a mudança ocorre automaticamente, basta frear ou acelerar o carro.

As posições das marchas do veículo automático possuem os seguintes significados:

P – Parking (estacionado), é usada quando o carro está totalmente parado;

R – Ré, é usada para movimentar o automóvel para trás;

N – Neutro, é o ponto morto e pode ser usado quando houver a necessidade de locomover o veículo com o motor desligado em distâncias curtas;

D – Drive (dirigir), é usada para andar com o veículo;

4-3-2-1 (L), são posições que variam em cada modelo de carro, sendo necessário consultar o manual.

Não use o pé esquerdo

Quem dirige carro manual está acostumado a usar o pé esquerdo para pisar no pedal da embreagem. Ao começar a usar um modelo automático, é normal que inicialmente os motoristas pisem por acidente no pedal de freio, que geralmente é maior nessa versão.

Por falta de costume, o condutor pode pensar que como há dois pedais, o ideal é usar os dois pés enquanto dirige. Mas, o pé esquerdo está acostumado a fazer um tipo de pressão na embreagem, o que faz com que ao frear, o carro sofra um impacto maior. Por isso, não use o pé esquerdo até que esteja habituado com a direção do veículo automático.

Deixe na posição correta para ligar

Muitos automóveis em versão automática, especialmente os mais antigos, necessitam que o motorista pise nos freios para que a ignição seja acionada. Mesmo que isso não seja uma regra, o mais indicado é que o câmbio esteja sempre disposto na posição ‘’P’’ ou ‘’N’’. Também é necessário pisar no freio antes de alterar a posição do câmbio para ‘’R’’ ou ‘’D’’.

Cuidado ao engatar a ré

Quando se engata a ré no carro automático, é imprescindível que ele esteja totalmente imobilizado, do contrário pode haver avarias graves. A maior parte dos sistemas possui um botão-trava, que impede que as marchas sejam mudadas de ‘’D’’ e ‘’N’’ para ‘’R’’ ou ‘’P’’, que tem a intenção evitar que o condutor faça essa ação acidentalmente.

Use marchas reduzidas em decidas longas

Na maioria dos modelos automáticos, o sistema de câmbio solta o carro para reduzir o RPM do motor. Dessa forma, ao passar por declives, o automóvel vai ficar mais veloz, exigindo a necessidade de pressionar os freios, que tendem a ficar superaquecidos.

Nesse tipo de situação, o mais recomendado é optar pela posição 2 ou ‘’L’’ para que o veículo fique mais preso enquanto estiver andando, diminuindo a exigência do uso dos freios. Indica-se que isso seja realizado antes de passar pelo declive, assim você impede que o sistema seja forçado e contribua para que o óleo da caixa de marchas fique superaquecido.

Por Simone Leal

Câmbio automático


Confira as vantagens e desvantagens de vender o carro de maneira particular, ou negociar e entregá-lo em uma loja.

Uma das grandes paixões das pessoas ao redor do mundo são os veículos automobilísticos e com o brasileiro isso não é diferente. Nos últimos anos, a venda de carros em todo o território nacional se tornou maior ainda. Visto que hoje as montadoras de veículos facilitaram a venda para que as pessoas consigam atingir o objetivo de ter um veículo no próprio nome. Devido a essa paixão, os indivíduos sempre querem contar com carros melhores, mais modernos e que tragam mais satisfação aos seus donos e na hora de se desfazer do automóvel antigo, fica sempre aquela dúvida: qual a melhor maneira para realizar a venda? Devo negociá-lo de forma particular diretamente com outra pessoa ou então devo entregar para uma loja especializada? Se você está passando por está situação, conheça agora as vantagens e desvantagens de cada tipo de negócio. Quem sabe, após a leitura deste texto a sua decisão se torne mais clara.

Negócio particular venda direta para outra pessoa:

Vantagem: obviamente o grande benefício neste tipo de negociação que quem dá as coordenadas é o dono do veículo. Você faz a sua proposta para a pessoa interessada, mostrado qual o preço você deseja, como você gostaria de receber o pagamento. Além disso, hoje em dia, você tem diferentes canais de comunicação para divulgar o seu veículo, como: as suas próprias redes sociais, classificados de revistas e jornais, endereços eletrônicos especializados na compra e venda de veículos. Você vai poder ouvir diferentes pessoas e tipos de negócios e ao fim escolher o que mais lhe interessar. E também recebe o pagamento de forma integral.

Desvantagem: a desvantagem aqui é que o processo da venda do carro se torne mais lento. Visto que você vai ter que tomar todas as decisões sozinho e não vai contar com nenhum tipo de suporte para entender todos os pontos na hora da venda. Além disso, dependo do que você pedir, a busca pelo comprador ideal se torna um pouco mais difícil. Por exemplo, não são muitas as pessoas que possuem uma boa quantia de dinheiro e que possa realizar o pagamento à vista. E realizado um negócio sozinho, sem o suporte de uma empresa, em caso de algum problema pedir ajuda judicial se torna um pouco mais difícil. Pois, em uma questão como essa cabe muito a interpretação da situação de cada lado.

Negociar com uma loja especializada em carros:

Vantagem: o primeiro ponto que se deve falar neste caso é que só uma concessionária costuma aceitar diferentes propostas de negociações, o que torna o processo sem si mais fácil. Visto que você vai poder, por exemplo, usar o seu veículo como entrada para adquirir um novo automóvel, prática muito comum e que a maioria das concessionárias aceita como forma de negócio. O restante do valor, muitas vezes, é financiado ou são feitos outros acordos entre a loja e o motorista. Caso você não consiga encontrar um vendedor, qualquer concessionária acaba adquirindo um carro nos dias atuais. Pois, elas precisam contar com um arsenal repleto de diferentes modelos. A grande vantagem aqui é a praticidade do negócio. Obviamente, você precisa consultar diferentes concessionárias e pedir diversas avaliações para poder escolher o negócio que mais lhe seja vantajoso.

Desvantagem: o problema neste tipo de negociação é justamente a avaliação que a concessionária vai realizar. Pois, muitas vezes essas empresas tendem a baixar em uma porcentagem considerável o valor dos carros antigos. Já que essas lojas realizam uma série de avaliações sobre o carro e costumam achar diferentes pontos sobre o uso as condições que o automóvel se encontra. Dessa maneira, muitas vezes o carro tende a ser taxado com um preço injusto. Mesmo tendo tabelas disponíveis para a consulta para negociações de carros, como a Fipe, qualquer empresa visa ao lucro e com uma concessionária isso não é diferente.

A grande verdade aqui é que o primeiro ponto é ter calma e avaliar a sua situação, pois, ela é diferente de alguém da sua família ou amigo que também passou pelo momento de comercializar o antigo carro.

A dica é: procure pelos dois casos e avalie as propostas que receber. Só assim você vai poder fazer uma comparação e decidir o que é melhor para você.

Por Isabela Castro

Vender carro


Saiba aqui o que fazer ao perder ou quebrar sua chave do carro.

Segundo a pesquisa realizada pelo Detran, no mês de junho de 2016, estima-se que no Brasil o número de veículos esteja quase equiparando-se ao número de habitantes. Nesse contexto, acredita-se que no território brasileiro haja mais de 50 milhões de automóveis. Isso significa que a cada ano aumenta o número de motoristas com carro, alguns são antigos e outros estão habilitados há pouco tempo. O certo é que imprevistos podem ocorrer com todos os tipos de motorista e é importante estar bem informado quando esses surpresas desagradáveis acontecem, especialmente quando se diz respeito a chave de carros quebradas.

Não é surpresa para ninguém que, uma chave quebrada pode deixar inúmeros motoristas na mão por um tempo inestimável, isso porque, muita coisa depende do modelo da chave. Dessa forma, geralmente, se a chave tem um modelo mais antigo, a fábrica consegue reproduzir uma igual em pouco tempo, às vezes, em um dia. No entanto, as chaves mais modernas têm o design mais complexo e, por isso, além de serem mais caras, podem levar até um mês ou mais para ficarem prontas.

Dessa maneira, abaixo, confira algumas orientações sobre o que fazer quando a chave do carro quebrar.

Primeiramente, é essencial saber que quando se compra um veículo direto da concessionária, esta precisa entregar duas chaves para o automóvel. Desse modo, quando a primeira e oficial chave se quebrar, basta recorrer ao uso da segunda, que geralmente é mais simples que a primeira, mas realiza bem a mesma função da oficial.

A segunda orientação é para quando as duas chaves estragarem. Nesse caso, basta que o motorista vá em qualquer concessionária e peça e solicite outra cópia da chave. Embora pareça prático, esse procedimento é bastante caro e não é assim tão simples, uma vez que cada chave possui um código, sendo assim, o proprietário deve apresentar o número do chassi do automóvel, assim como o seu documento.

A terceira orientação é a seguinte: Programe-se! Quando a chave de um carro se quebra o carro, basicamente, perde totalmente a sua serventia. Desse modo, até a nova chave ficar pronta o carro irá passar por um período que não poderá ser utilizado de forma alguma. É preciso atentar-se ainda que quanto mais for a demora para a chave ficar pronta, por consequência, maior será a chance da bateria descarregar. Por isso, é preciso que o motorista esteja preparado para passar por situações diversas e não apenas para o valor da nova chave que, com certeza, não será barato.

A quarta orientação é para que antes de mandar fazer a chave em uma concessionária, caso o carro tenha seguro, o motorista deve entrar em contato com a seguradora a fim de saber se o seguro cobre a cópia de chaves.

Marcas de veículos com modelos mais simples tendem a cobrar um preço menor pela chave, além de entregá-la sem muita demora. Exemplo disso é chave de modelo canivete do carro Chevrolet Onix, que custa aproximadamente R$ 490 e pode ficar pronta em menos de 24 h. Outra marca conhecida por fazer cópias mais baratas é a Toyota, o valor da chave pode ficar em até R$ 480, no entanto, o prazo de entega, por vezes, pode se estender para até 10 dias.

Por outro lado, chaves codificadas são mais caras e levam mais tempos para serem fabricadas. Desse modo, a chave do modelo Honda HR-V, por exemplo, pode chegar a custar não menos de R$ 780,00, sendo que a fábrica estipula um tempo de entrega de no máximo 5 dias.

Ana Paula Oliveira Coimbra


Saiba aqui como resolver o problema na Correia Dentada de seu Carro.

Durante o ano passado, o Detran, com o intuito de estimar aproximadamente quantos automóveis haviam no Brasil, realizou pesquisas por todo o território brasileiro. Desse modo, as estatísticas mostraram que o número de veículos chegavam a pouco mais de 50 milhões. Um número bem grande se comparado ao total de habitantes brasileiros.

Quem tem um automóvel sabe que é como ter uma segunda família, isso porque, os carros, especialmente os mais antigos, além dos impostos, possuem muitas despesas com manutenção. No entanto, não é necessário se desesperar, pois com a adoção de algumas medidas de precaução é possível evitar alguns estragos e, dessa forma, economizar bastante.

Exemplo clássico disso é quando a correia dentada do carro se quebra. Além de doer no bolso, o carro pode ficar muito tempo inutilizado, devido ao conserto. Contudo, se o proprietário do veículo passar a fazer manutenções regulares, as chances de a vida útil do motor terminar são bastante reduzidas.

Para muitas pessoas, as peças dos carros e suas determinadas funções são como verdadeiros bichos de sete cabeças. Então, para os leigos que não sabem o que é e como funciona uma corrente dentada, as informações a seguir podem ser de grande valia. Basicamente, a correia dentada caracteriza-se por uma peça essencial para o automóvel. Essa peça é formada por nylon e borracha. Nesse contexto, o intuito da corrente é sincronizar o movimento das polias, assim como o virabequim e, por fim, o comando de válvulas. Todo esses processos acontecem no interior do motor.

A primeira orientação é a Prevenção. Essa é a melhor medida para evitar que a corrente se quebre de uma hora para outra deixando o seu dono da mão. Desse modo, é fundamental que o motorista leve o carro a uma oficina mecânica e, dessa forma, realize uma manutenção. Por meio desse procedimento, o mecânico pode identificar se a corrente apresenta falhas e outros desgastes, características que identificam o seu possível rompimento. No entanto, se o carro circular bastante em ruas e estradas, é necessário possuir um controle ainda maior sob as correntes. Desse maneira, é preciso que quando o carro chegar a, no mínimo, 50.000 Km, o motorista efetue a troca dessa peça tão essencial para o funcionamento do automóvel.

A segunda orientação é a seguinte, é necessário que o motorista saiba identificar se seu veículo é composto por uma correia e corrente. Do total de veículos brasileiros, apenas uma minoria possui correias, essas, por sua vez, dificultam que o motorista consiga identificar que está na hora de trocá-las, desse modo, elas se partem, sem mais avisos. Já a corrente é diferente, além de possuir uma maior durabilidade, é mais fácil para que o motorista possa identificar quando é preciso substituí-la, isso porque elas estão sempre cercadas por óleo, que tem a função de reduzir o atrito ente as polias. Dessa forma, durante a movimentação do veículo é possível perceber um barulho diferente. Esse barulho pode dizer que a correia está desgastada e, assim, diminuir grandes burocracias.

Se a corrente arrebentar, por consequência, o motor também deve parar de funcionar.

Portanto, espero que essas dicas tenham sido úteis ao leitor, já que a correia dentada é essencial para o funcionamento do motor e nesse sentido, logicamente, para o carro também. É importante ressaltar ainda que as manutenções não fazem com que o dono do automóvel economize no bolso, isso porque além de trocar a corrente, é necessário realizar a troca de outras peças dentro do motor, pois elas funcionam em conjunto e quando uma estraga, acaba interferindo no funcionamento das demais correias. No entanto, quem percebe que a corrente está desgastada pode se polpar da surpresa de tê-la arrebentada no meio de uma estrada muito movimentada, por exemplo.

Ana Paula Oliveira Coimbra


Veja algumas dicas para conferir se o carro que pretende comprar teve a quilometragem adulterada.

Ao cogitar comprar um carro usado, uma das suas primeiras preocupações deve ser checar a sua quilometragem. Infelizmente, a adulteração da km é uma prática recorrente entre pessoas de má fé que tentam vender um veículo de segunda mão. Para não cair nesse tipo de cilada, é imprescindível verificar se a informação dada pelo vendedor é verdadeira.

Embora a maioria dos carros apresente uma tecnologia eficiente para rodar centenas de milhares de quilômetros sem apresentar problemas significativos, é importante descobrir a quilometragem do automóvel, pois quanto mais rodado ele for, consequentemente haverá decréscimo no seu valor de mercado.

Descubra abaixo como identificar se o carro teve a quilometragem adulterada!

1. Confira o manual do carro

Pegue o manual do carro do proprietário e confira se contém todos os carimbos das revisões realizadas em concessionárias, analisando o período de intervalos entre elas para comparar com a quilometragem e confirmar se bate com o dado mostrado no painel do veículo.

Caso o automóvel não tenha sido revisado na concessionária, o comprador tem que exigir a nota fiscal dos serviços executados em oficinas particulares, ou até mesmo adesivos de trocas de óleo, que também permitem checar a km e datas. Fuja de carros que não têm esse histórico, pois não possibilitam a comprovação de que a quilometragem não está adulterada.

2. Verifique se há marcas no plástico do painel do automóvel

Uma dica simples para descobrir se a quilometragem do carro foi adulterada é verificar se há marcas no plástico do painel, pois isso pode indicar que ele foi desmontado. Ao identificar a presença de várias marcas, isso pode ser um indício de adulteração do hodômetro.

3. Analise os desgastes do veículo

Considerando que o motorista é a pessoa que fica por mais tempo no interior do veículo, recomenda-se analisar os desgastes no volante, banco, manopla do câmbio e pedais. Geralmente, em um carro que tem até 50.000 km, os sinais de desgaste são poucos, logo os itens checados devem parecer novos.

Em se tratando de automóveis com até 100.000 km, o desgaste ainda tende a ser pequeno, mas você já pode notar marcas em algumas peças. Nesse caso, é provável que o volante esteja liso, tenha um pedal com parte metálica aparente e espuma do banco com pouco volume.

Porém, é importante ressaltar que o acabamento do carro costuma variar de um modelo para o outro, bem como a maneira que o motorista o dirige. Por exemplo, quem transpira muito ou usa anéis pode gerar um desgaste maior e em menor tempo no volante, ou uma pessoa mais pesada desgasta rapidamente a densidade da espuma do banco. É importante fazer uma análise meticulosa, estando ciente de que um carro muito desgastado deve ter uma km mais alta.

4. Averigue a parte externa do carro

Além da área interna, a parte externa do carro também é um fator a ser levado em consideração na hora de checar a quilometragem. Se o veículo tiver uma km baixa, possivelmente a sua superfície e peças externas estarão bem preservadas. Um automóvel com a pintura queimada ou com faróis amarelados, provavelmente já rodou muito.

5. Observe os pneus

Os pneus são ótimos sensores para descobrir como o automóvel foi usado. Em média, um jogo de pneus jura entre 40.000 km e 60.000 km, ou cinco anos. A variação é alta porque há motoristas que costumam cuidar muito bem deles, mantendo-os sempre calibrados, fazendo o alinhamento, balanceamento e o rodízio com a frequência apropriada, o que aumenta a durabilidade dos pneus.

Tendo isso como base, saiba que um carro que tem em torno de 50.000 km ainda deve estar com os pneus que foram instalados na fábrica, ou pelo menos com o segundo jogo. Se o carro já teve vários jogos de pneus, trata-se de um veículo mais usado e com km alta.

Por Simone Leal

Quilometragem do carro


Confira aqui os carros usados mais vendidos nas lojas.

O consumidor que deseja comprar um carro novo encontra uma série de opções, seja por faixa de preço, configuração, consumo, qualidade de marca ou pós-venda.

Agora e para comprar um carro usado? Quais as melhores opções ? Quais as compras mais seguras? E principalmente, como não escolher um “mico” de vendas?

Para entender e elucidar melhor estas dúvidas selecionamos abaixo uma lista de carros usados para comprar sem medo e com boa fama nas lojas.

Corolla, marca Toyota

Tem fama de ter manutenção barata, mecânica confiável e “inquebrável”, o Corolla usado é um sucesso de vendas igual ao novo, sempre permanecendo no TOP 10 do ranking.

Civic, marca Honda

O maior sucesso nas lojas de usados é o da oitava geração, apesar do Honda Civic ser o principal concorrente do Corolla também conta com atributos de confiabilidade, além do visual mais esportivo em comparação ao seu concorrente direto.

Renegade, marca Jeep

Tem mecânica FIAT com o seu motor 1.8, com opções a diesel, mas tanto o fato de ser off-road como seu alto desempenho, faz dele um produto atrativo e disputado.

Onix, marca Chevrolet

É o carro mais vendido do país, e faz sucesso nas lojas de usados também, o estilo caiu no gosto do brasileiro e a manutenção simples ajuda o modelo a se sobressair.

Fox, marca Volkswagen

O Fox é um carro já veterano no mercado nacional, com motorização 1.0 ou 1.6 tem fama de manutenção barata com peças fáceis de achar, por isto se torna uma boa dica de compra.

HR-V, marca Honda

Causou alvoroço quando foi lançado, sucesso de vendas no mercado de novos, também reflete no mercado de semi-novos, a mecânica confiável da Honda que já conta com cartão de visitas que é o Civic, ajuda bastante fora a fama de ser robusto.

HB20, marca Hyundai

A garantia de 5 anos dos modelos novos da um empurrãozinho ao mercado de usados, fora isto o HB20 é o segundo carro mais vendido do país, disponível sempre nas motorizações 1.0 e 1.6, não perde tempo nas lojas de usados.

Fit, marca Honda

È bom de vendas no mercado de usados, independente do ano, espelha a mecânica robusta dos irmãos maiores já citados na lista, atenção especial a suspensão dos modelos mais antigos, em parte desgastada pelas irregularidades dos asfaltos das cidades.

Etios, marca Toyota

O Etios cumpre o que promete, tem mecânica simples e barata, já estão no mercado a um certo tempo e por conta disto não são problemas para revender, considerados ótimas opções para compra.

City, marca Honda

Os carros da Honda tem fama de mecânica confiável e manutenção barata, não é diferente com o Honda City, um ponto positivo é o seu porta-malas, grande para o seu segmento favorecendo ainda mais seus atrativos nas lojas.

Cruze, marca Chevrolet

Tem ótima procura no mercado de semi-novos, boa parte devido sua mecânica de ótima qualidade com desempenho compatível para um sedan de sua categoria.

Idea, marca Fiat

Um caso curioso se mostra para o Fiat Idea, apesar de não se mais produzido e de fato nunca vender muito bem no mercado de novos, tem grande procura no mercado de usados, o que o torna uma ótima opção nas lojas.

IX35, marca Hyundai

Tem o seu mercado cativo, mesmo com as constantes mudanças já feitas em seu visual, isto se deve em parte ao sucesso no mercado de novos.

Cobalt, marca Chevrolet

O Chevrolet Cobalt tem um ótimo espaço interno, fora seu excelente custo-benefício, isto faz dele uma ótima opção entre os usados.

UP, marca Volkswagen

Conta com boa procura entre os usados, isto em qualquer motorização, sua manutenção barata e a economia no rodar, agregam qualidades importantes e bem notadas pelos consumidores.

Picanto, marca Kia

Apesar de ser um compacto importado e sujeito a peças mais caras no mercado de usado, a versão com câmbio automática tem boa procura nas lojas.

Versa, marca Nissan

Espaçoso e econômico, o Nissan Versa tem boa aceitação no mercado de usados, as revisões baratas da Nissan contribuem para deixar a manutenção do modelo barata.

Uno, marca Fiat

Mesmo não tendo os mesmo patamares de vendas no mercado de novos como em anos anteriores, sua mecânica simples e preço acessível fazem dele uma boa escolha e tem boa aceitação no mercado de usados.

Spin, marca Chevrolet

A minivan da Chevrolet tem boa procura nas lojas, seu espaço interno e boa mecânica trajem qualidades desejadas por todos os consumidores que querem comprar um carro com um ótimo custo-benefício.

Gol, marca Volkswagen

Tem ótimo valor de revenda, mecânica confiável e é agradável ao dirigir, ingredientes perfeitos para uma receita de sucesso entre os usados.

Carlos B.


Confira aqui algumas dicas para proteger o seu carro do Sol.

Estamos chegando ao final do inverno, em alguns poucos dias mais, o sol voltará emanando toda a sua força, sempre bastante evidenciada na primavera e no verão. E a exposição excessiva do carro ao sol pode causar vários danos. Portanto, é importante informar-se sobre como manter o “possante” brilhando como se ainda fosse novo.

Confira 6 dicas interessantes que poderão ajudar-lhe na tarefa:

1. Tenha sempre à mão uma garrafa de água

É sempre interessante levar uma garrafa de água dentro do carro. Os excrementos de pássaros que caem na lataria, quando expostos ao Sol, são potencializados quimicamente, podendo danificar bastante a pintura em poucas horas apenas. Portanto, quando perceber que o veículo foi “alvo” de dejetos de pássaros é importante jogar água na hora e tentar retirar o material.

2. Não lave o carro sob o sol

Busque sempre evitar a lavagem do veículo quando exposto ao Sol. A utilização de materiais químicos quando ao lavar o carro, ficando expostos ao Sol, como xampus com cera, por exemplo, ao invés de oferecerem proteção à pintura, acabam por acelerar o processo que faz a deterioração da tinta na lataria e com isso fazendo com que apareçam diversas manchas e marcas indesejáveis.

3. Tenha cuidado ao utilizar capas de proteção

A capa de polietileno para a proteção do veículo deve ser utilizada, pois ajuda a proteger o carro dos raios ultravioletas, porém, não é nem um pouco indicado que ela seja utilizada com o carro estando sujo, uma vez que a ação do vento, fazendo com que ela se movimente, além do “colocar” e “retirar” a capa, pode fazer com que a pintura fique riscada pelas próprias partículas de sujeira constantes na lataria. O mais correto a se fazer com relação ao uso da capa protetora é utilizar com o carro limpo e já seco.

4. Utilize cera, mas atente-se ao polimento muito frequente

Utilizar a cera protetora ajuda a proteger a camada de tinta. Já no caso das seções de polimento, principalmente com máquina politriz, estas vão diminuindo aos poucos a camada de proteção. O ideal é usar o bom senso: realizar o processo de polimento apenas duas ou três vezes ao ano.

5. Faça a cristalização da pintura

A cristalização da pintura é uma forma de polimento, que além de entregar brilho à pintura, também aplica uma resina protetora, a qual irá apoiar na conservação. Este é o tratamento ideal para dar ao veículo caso ele permaneça muito tempo exposto ao sol. O preço de um bom trabalho de cristalização de pintura pode variar entre R$180,00 e R$300,00, aproximadamente.

6. Faça uso de tapa sol e também de insufilm

Uma das boas e eficazes soluções para evitar o aquecimento demasiado da cabine e proteger os bancos do veículo, assim como o painel e os outros componentes que podem ser afetados pelos raios solares e consequentemente o calor excessivo, é a utilização de um “tapa sol”. Geralmente ele possui em sua composição materiais que ajudam a bloquear raios ultravioleta, além de serem feitos em vários tamanhos e formatos que poderão “encaixar” no para-brisa. A aplicação de insulfilm nos vidros laterais também ajuda a reduzir o calor interno no veículo, porém, é importante ter cuidado e verificar se a película tem o grau de transparência permitido pela lei vigente.

Brasileiro é de fato apaixonado por carros e assim como existem os conselhos indicados acima, sobre como proteger o carro do Sol, existem outros vários relacionados à manutenção preventiva, cuidados com níveis de água, óleo, filtros, etc. Os quais poderão auxiliar a manter o carro novo e por um período muito maior.

Por Silvano Andriotti


Confira aqui algumas dicas e cuidados na hora de comprar um carro usado.

O povo brasileiro é apaixonado por carros, já dizia um dos comerciais bem humorados que o Posto Ipiranga lançou em 1994.

A campanha fortaleceu ainda mais a marca do Posto focando em algo que muitos brasileiros têm em comum: a paixão por carros.

Mas afinal, você é apaixonado por carros?

Neste artigo vamos mostrar o que você pode fazer na hora de trocar seu carro por um outro modelo seminovo e descobrir quais atitudes de segurança deve tomar para não ser surpreendido por dívidas ou danos que o veículo tenha sofrido.

Se interessou pelo assunto? Continue lendo o texto e veja quais são os primeiros passos para garantir um bom negócio na hora de comprar um novo carro.

Verificação Prévia

Existem inúmeras vantagens em comprar um veículo seminovo como o preço, o emplacamento, entre outros.

Porém, é preciso estar atento para algumas verificações prévias que são necessárias para garantir uma boa negociação sem problemas.

Se você acredita que a compra de um seminovo é mais vantajoso em relação a um veículo zero quilômetro, tenha em mente que existe um histórico deste automotivo que deve ser analisado.

Quais são as verificações necessárias?

Muitas pessoas são enganadas e envolvidas em táticas de persuasão por alguns vendedores de carros. Na hora de fechar um negócio e antes de ser envolvido na boa conversa do vendedor, é essencial realizar verificações previas de toda a documentação do veículo.

Além da documentação, faça um levantamento do histórico de multas, impostos e algumas taxas para evitar problemas futuros. Sempre é bom prevenir antes de tomar qualquer decisão por impulso.

Como fazer as verificações?

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, Proteste, elaborou algumas dicas para que as pessoas antes de comprar seu novo veículo faça e não seja surpreendido, veja a seguir:

1. Consulta ao Detran

Uma consulta prévia ao site do Detran é uma das verificações. Tenha em mãos os dados do veículo como a placa e o Renavam, que neste caso é o registro nacional que permite a consulta de débitos e restrições.

No site do Detran é possível levantar as informações sobre pagamento de impostos como o IPVA, multas sofridas, se o veículo foi inspecionado, situação do licenciamento do ano, bloqueios por furto ou roubo, registros de guinchos e outras restrições.

2. Consulta ao Ministério da Justiça

Algumas montadores efetuam avaliações em lotes de veículos para identificar possíveis defeitos em peças, na qual é chamado de Recall. Através da consulta ao Ministério da Justiça é possível verificar se o veículo possui algum recall pendente junto à montadora.

Caso houver sido constatado a irregularidade, exija um documento que comprove que o reparo tenha sido executado ou consulte o serviço de atendimento ao consumidor, informando os dados do veículo como número de chassi e Renavam para verificar se realmente existe alguma pendência de recall deste veículo.

3. Evite venda casada

Existe um golpe que algumas lojas de veículos fazem, cobrando por alguns serviços, que no final é uma ação ilegal contra o consumidor.

Se você realmente pretende comprar um carro e negociar o seu veículo como parte do pagamento, fique atento, pois algumas revendedoras de veículos exigem que seja feito um check-up ou vistoria cautelar e com isso lucrar um pouco mais, cobram do consumidor este serviço, o que é uma prática ilegal.

Após fazer esse check-up e pagar, o seu veículo será subavaliado, ou seja, será reavaliado e dependendo das ressalvas da vistoria feita, vai desvalorizar ainda mais seu veículo.

Os próximos passos são piores, porque ou você será obrigado a cancelar o negócio e perder este dinheiro que foi pago pelo check-up ou dar continuidade e receber um valor ainda menor pelo seu veículo que foi usado como parte do pagamento. Fique esperto!

O indicado é você dar preferência para estabelecimentos que não usam deste artifício e sejam isentos desta cobrança.

4. Pesquise o vendedor

Muitas pessoas negociam seus veículos diretamente com o dono. E neste caso você não estará protegido pelo Código do Consumidor, ou seja, faça a negociação apenas se o preço for muito bom e se realmente conhecer o dono do veículo.

Se não conhecer o dono, peça um laudo de vistoria ou um documento homologado pelo Detran que vai mostrar todo o histórico do veículo e apontará todos os débitos pendentes e qualquer informação de sinistro, registro de ocorrências de furto ou roubo, além de envolvimento em acidentes e até a passagem por oficinas de seguradoras.

Neste último caso indicará se o veículo foi batido ou não.

Vai realmente negociar seu carro ou conhece alguém que possa fazer isso? Compartilhe estas informações de segurança com amigos nas redes sociais. Pequenas atitudes que geram grandes benefícios.

Marcio Ferraz


Confira aqui o passo a passo para anular a sua multa de trânsito.

Muitas pessoas não concordam com multas de trânsito que recebem ou nascido em situação financeira positivo para arcar com compromisso de pagamento do valor estipulado pela multa. O que muitas pessoas não sabem é que existem formas de anular uma multa dependendo de sua gravidade.

Multas de leve ou média gravidade, por exemplo, são suscetíveis a anulação. Um exemplo disso são as multas por conta de excesso de velocidade, permitida ou a respeito do rodízio, além de rodar com carro sem portar o respectivo documento do automóvel.

Embora seja altamente possível revogar a multa, existem algumas condições que devem ser atendidas para transformar a autuação em uma advertência. O código de trânsito brasileiro em seu artigo de número 267 prevê a troca da multa por advertência, entretanto, o condutor não pode ter nenhuma outra infração do mesmo gênero registrada no período de 12 meses antes da multa, cujo condutor deseja revogação, ou seja, uma das condições para que você consiga trocar o pagamento de uma multa por uma advertência, é que a infração não tenha repetido nos últimos 12 meses e que a multa seja de média ou leve gravidade.

Essa substituição não acontece automaticamente: o condutor interessado em não pagar a multa e assinar uma advertência no lugar, deve se dirigir ao órgão de trânsito que aplicou a multa. Essa advertência deve ser recorrida no prazo de até 15 dias depois do recebimento da multa, sendo que o requerimento possui um formulário específico que pode ser encontrado no site dos órgãos de trânsito.

O requerimento de substituição de multa por advertência deve ser levado ao órgão de trânsito responsável, juntamente com o histórico do condutor, ou seja, o prontuário que demonstra que nos últimos 12 meses antes do registro da infração, o motorista não cometeu nenhuma infração do gênero da que ele está recorrendo. Esse documento pode ser conseguido através do Detran de seu estado.

Uma vez que todo esse processo é realizado, o condutor apenas deve esperar pela determinação da autoridade de trânsito. No julgamento a primeira coisa ser considerada é a lei.

Carolina B.


Confira aqui os principais detalhes que podem diminuir o preço do seu carro para troca ou venda.

A tabela FIPE é uma das principais balizadoras ao considerar o preço de um veículo, porém, no momento da avaliação de revendedoras de veículos, muitos clientes “tomam” um verdadeiro susto quando percebem que ele está sendo avaliado com valor muito menor do que o constante na tabela.

Como não bastasse, algumas revendas, sem de forma alguma generalizar, inflacionam o valor de seus veículos, o que por fim prejudica de qualquer forma o cliente.

Quando a venda acontece de forma particular é perfeitamente possível “tabelar” o veículo pela FIPE, considerando é claro, alguns preceitos básicos de conservação na média.

Conforme indicado pela AutoAvaliar, através de seu diretor Daniel Nino, alguns itens em detrimento de outros são bem mais importantes e observados pelos avaliadores.

A AutoAvaliar, em parceria com 1,7 mil concessionárias, além de 20 mil lojistas de veículos multimarcas no Brasil, utilizou um aplicativo de cotação e avaliação criado pela própria AutoAvaliar, o qual indicou os 10 itens mais importantes, os quais as lojas ou concessionárias irão considerar no momento de comprar / receber um carro usado.

Itens mais considerados

Abaixo uma lista com os 10 principais itens elencados segundo a AutoAvaliar, dispostos por ordem decrescente de importância:

  1. Real Potencial de Revenda: Existem veículos com aceitação mais rápida no mercado, enquanto outros tendem a ficar mais tempo nos estoques. Considera-se que veículo parado em estoque, a rigor gera custo, principalmente em casos de muita desvalorização.

  2. Fora de Linha: Quase que instantaneamente os veículos que saem de linha, ou tem seu modelo muito “mudado”, passam a ter queda acentuada em seu valor prático de revenda.

  3. Seguro: Da mesma forma com que os clientes ficam atentos ao valor do seguro, os lojistas também, pois normalmente veículos com valor mais alto de seguro demoram mais para que a venda aconteça.

  4. Veículo de Fumante: Mal cheiro no interior do veículo, sobretudo de cigarro, é um mal presságio para a venda. Quando o proprietário é fumante e costuma fumar no interior do veículo é normal que o cheiro permaneça algum tempo, mesmo com limpezas específicas e etc.

  5. Desgaste dos Pneus: Pneus muito gastos ou defeituosos podem revelar outra questão interessante, pois podem indicar, além de “descaso”, também a certeza de que o novo proprietário deverá desembolsar um valor, muitas vezes alto, antes de fazer a vistoria.

  6. Pintura: Antes de levar um veículo para análise, seja em lojas ou particular, é importante fazer uma revisão na pintura, pois pequenos arranhões, marcas, manchas e etc podem fazer boa diferença no valor venal. Se for o caso, provavelmente será bem mais barato fazer os reparos do que arcar com a diferença na hora da venda.

  7. Quilometragem: Embora não sendo uma questão de extrema importância, tendo em vista as condições de rodagem e cuidados, a quilometragem quando alta sempre indicará menor conservação.

  8. Único Dono(a): E também boa procedência, são fatores levados em consideração ao avaliar. Podem denotar mais cuidado, mesmo que não seja algo tão indispensável à uma boa avaliação.

  9. Lataria: Muito semelhante ao item 6 (pintura), os cuidados com a lataria com relação a amassados e imperfeições, antes de levar para avaliação, podem constituir em um melhor valor.

  10. Bancos e Parte Interna: Não menos importante do que a parte externa do veículo, a interna deve estar sem “rasgos”, limpa e não gasta em demasia. Uma boa conservação ou renovação é importante. Se os bancos forem de couro, uma hidratação prévia é aconselhável.

Saiba mais acessando https://b2b.autoavaliar.com.br/.

Por Silvano Andriotti


Saiba aqui quais são os principais erros cometidos ao lavar o carro.

Evitar algumas práticas, por vezes até comuns, ao lavar o seu carro podem inclusive elevar a vida útil da pintura. Vamos verificar 10 erros a serem evitados ao lavar o carro!

Utilização de detergente

A função dos detergentes de cozinha é, de fato, para utilização na cozinha, pois quando utilizados ao lavar o carro eles possuem compostos que podem agredir a pintura do veículo, desgastando a cera protetora.

Secagem manual

Logo após a lavagem é indicado que a secagem manual seja feita imediatamente, preferencialmente com panos de microfibra. Ao deixar que a secagem seja feita de forma natural as gotas podem marcar a pintura.

Limpeza dos vidros

Os produtos utilizados para limpar vidros, ou melhor, vidraças de residências, não são os ideais para serem utilizados nos vidros dos veículos, pois possuem substâncias capazes de danificar o parabrisa e os demais vidros.

Exposição ao sol

Nunca lave o carro sob sol forte! Os raios solares secarão de forma natural a lataria e irão apressar as manchas que podem ser oriundas deste processo. O melhor horário para lavar o carro é pela manhã, mais cedo, ou à tarde, quando os raios de sol estiverem mais fracos.

Rodas separadas

As rodas geralmente possuem graxa e outras substâncias, principalmente pela proximidade ao solo, assim como resíduos metálicos provenientes dos freios. Portanto, nunca lave as rodas com o mesmo pano, tampouco aproveite a água para as demais partes do carro.

Lavagens automáticas

As lavagens automáticas, em sua grande maioria, possuem as “escovas”, tais ferramentas de lavagem poderão riscar a pintura de seu veículo.

Utilização de esponjas

Nunca é indicada, pois o risco de arranhar a carroceria, bem como vidros do veículo, é grande. O melhor são as luvas próprias para lavagem, as quais são projetadas exatamente para este fim.

Balde

O indicado será sempre a utilização de 2 baldes ao invés de um somente. Sendo que um deles para enxaguar apenas, enquanto o outro pode ser utilizado com água e sabão.

Secagem com toalhas

Secar a lataria com toalhas, tipo de banho, é uma receita certa para arranhar a pintura. Novamente o indicado serão os panos de microfibra.

Iniciar a lavagem

O correto é iniciar o processo de lavagem do veículo pelas rodas. Evitando assim, que os resíduos que ficam presos às rodas possam respingar na lataria depois de limpa.

Por Silvano Andriotti


Saiba aqui como fazer para trocar sua multa de trâsito por uma advertência.

Poucas pessoas sabem, mas no caso de multa por infrações leves e médias, como por exemplo conduzir seu veículo sem os devidos documentos, desrespeito ao rodízio ou parar em cima da faixa de pedestres, pode ser trocada por uma advertência, isentando o condutor do pagamento do valor imposto e livrando-o também de levar os devidos pontos na carteira.

O Conselho Nacional de Trânsito, o Contran, realizou a regulamentação da medida para fins educativos, não penalizando demais condutores que sejam considerados bons. Em alguns casos, existem motoristas que podem até ser penalizados com a perda do desconto no IPVA por um infração leve, então, pensando nisso, o órgão tomou a decisão de usar-se dessa medida.

Essa troca da multa por uma advertência não acontece automaticamente e é claro, tem algumas condições: a troca é válida apenas para multa aplicada dentro do período de 12 meses atrás, sendo que o motorista que solicitar a substituição, precisa ter boa conduta. Portanto, se você já teve a habilitação suspensa, por exemplo, não vai conseguir usar-se do benefício da troca de multa por advertência.

Outro ponto a atentar-se é quem aplicou a multa, pois dependendo de qual órgão te notificou, o procedimento pode se diferenciar. Para saber essa informação, basta que você olhe na carta que recebeu em sua residência, quem fez a emissão de autuação. As opções são: órgãos do governo do estado, federal ou da prefeitura.

Se a multa têm procedência do governo federal, é necessário preencher o formulário de solicitação de advertência, entregando juntamente com os demais documentos exigidos (cópias: cnh, notificação da autuação, rg e histórico de prontuário de condutor) para o trâmite, em uma unidade dos Correios ou da Polícia Rodoviária. No caso da multa ter procedência do governo do estado, o condutor deve procurar o Detran.

Em alguns estados, como em São Paulo, a solicitação pode ser feita através do site do Detran. Basta realizar o cadastro e procurar nos Serviços Online, o item “Solicitar e acompanhar recursos de penalidade”.

Carolina B.


Confira aqui algumas dicas para comprar carro em leilão.

Nesses últimos tempos de crise, a gente sabe que não está fácil para ninguém, principalmente para o comércio. Com o aumento dos impostos e o desemprego em massa, não há outra opção se não o aumento de preços para poder sanar as novas medidas do governo que visam uma série de restrições tanto para novas compras quanto para a construções de novos negócios.

Dessa forma, o comércio de bens duráveis, principalmente o de automóveis, fica prejudicado, pois a busca para comprar novos carros fica prejudicada. Os consumidores vão buscar melhores vantagens, melhores preços e também bons carros para comprar. E o leilão de carros usados pode ser uma boa forma. Se você sabe um pouco sobre esse procedimento, aqui vamos dar algumas dicas que podem te ajudar na hora de fazer negócio.

Você encontrou um carro que te agrade, busque comparar os preços do mesmo modelo, tanto do modelo novo, quanto do modelo do mesmo ano. Os carros vendidos em leilão costumam ser 20% a 30% mais baratos.

Busque saber se o leilão é mesmo confiável e se está regulamentado a partir de edital público.

Não é possível ver o carro ligado antes do leilão ou então fazer test-drive. Você só pode ver de fora e na maior parte das vezes vai notar que os carros em leilão vão estar sujos e com aspecto de abandonados. Não deve se assustar com isso, mas todo cuidado é pouco e é preciso olhar bem para o que você está prestes a adquirir.

Dependendo do leilão que você vá frequentar, o automóvel já virá com descrição dos aspectos positivos e negativos do carro. Você pode levar um especialista com você para te ajudar na hora da avaliação. Outro aspecto importante é sobre se o leilão oferece serviços terceirizados para a própria avaliação do automóvel.

As formas de pagamento não são variadas. Você precisa ter o dinheiro “In cash”, ou seja, à vista. Não é possível financiar ou parcelar o carro.

Assim que você pagou o carro, você pode levá-lo, certo? Errado. O carro possui custos como dívidas que por ventura tenha, multas, quantos dias ficou no domínio público (pátio), além de passar o carro para o seu nome e a comissão do leiloeiro.

E então? Vale apostar?

Yamí de Araújo Couto


Vai comprar seu próximo sedã? Conheça 9 dicas para você não errar!

Se você é apaixonado por sedã e está em busca do seu próximo carro, siga essas 9 dicas e acerte em sua escolha.

Quem gosta de sedã e deseja comprar seu próximo veículo precisa estar atento as oportunidades. Até quarta-feira (5) acontece o Feirão iCarros. Ao todo participam 400 lojas das cidades de Jundiaí, Sorocaba, Campinas e região, além de regiões de São Paulo, Santos, Grande São Paulo e litoral.

Portanto, para ajudar em sua busca, separamos 9 dicas. Quer ficar por dentro de todas? Então, preste atenção em cada uma delas!

1. Fique atento aos veículos

Para que você possa buscar seu carro ideal, separamos os veículos em sedãs de entrada, compactos e premium|médios.

Sedãs de entrada

Neste tipo de sedã você precisa estar de olho nos equipamentos e no porta-malas. Sabe a história de quanto mais barato, melhor? Então, estes carros são completos e o tamanho do seu porta-malas pode variar muito.

Para que você possa optar por este veículo, faça uma lista dos itens que precisa no automóvel. Preencha com esses dados na hora de filtrar os resultados da busca. Preste atenção que tudo isso pode sair um pouco mais caro.

No entanto, se você fizer um financiamento simulado verá a diferença nos preços do carro com ar condicionado e o sem o ar. No catálogo do iCarros também é possível encontrar os itens de série dos automóveis.

Sedãs compactos

Neste segmento você precisa traçar um parâmetro. Pense: Meu sedã será o único carro a ser utilizado por minha família? Baseado nessa resposta, procure os carros com mais espaço no interior, que possuem motores mais potentes que possam aguentar as viagens e que tenham mais equipamentos.

Alguns modelos deste sedã possuem câmbio automático. Se o carro for o segundo automóvel da família, você pode focar neste veículo também.

Sedãs premium e médios

Se você vai andar com mais passageiros com frequência, veja se no banco traseiro do veículo há uma saída de ar condicionado. Você não quer que o passageiro do banco de trás se sinta desconfortável em sua “máquina”, não é mesmo?

2. Preste atenção na blindagem

Se você prefere um carro blindado, preste atenção nos sedãs médios e premium. Eles já possuem essa opção, tanto nos usados quanto nos seminovos. Lembre-se de olhar a garantia da blindagem e verificar por quanto tempo ela é válida. Cheque os vidros e as peças, veja o estado delas. Peças e vidros em estado ruim podem comprometer a segurança do seu veículo.

Outra observação importante é quanto ao registro no Exército. Todo carro blindado precisa desse registro. Portanto, verifique se essa documentação está em ordem. O desgaste de componentes do carro pode ser maior ao longo do tempo.

3 .Observe a manutenção dos carros

Antes de escolher seu sedã, observe se a manutenção é cara. Os sedãs médios e premium, mesmo com o preço menor entre os usados e seminovos, têm a manutenção cara. Por isso, preste atenção em todos os reparos feitos e dê preferência aos veículos com menos quilômetros rodados.

4. Veja a ficha técnica de todos os carros vendidos no Brasil

Outra dica importante é verificar a ficha técnica de todos os carros vendidos no Brasil. Observe se a maioria das ofertas nessa faixa será equipada com o motor 1.0. Propulsores mais modernos como os de três cilindros são mais econômicos e fortes. Entretanto, quanto mais velho o projeto, mais difícil é conciliar ambos. Além disso, um sedã mais pesado passará, provavelmente, mais tempo carregado.

Portanto, veja se você pode pagar a mais para ter um motor moderno e que atenda ambos os requisitos.

5.Verifique os itens de manutenção rotineira

Não se esqueça que cada centavo conta. Como raramente não há dinheiro sobrando para a entrada de um carro, não se esqueça de verificar alguns itens de manutenção rotineira como os pneus, por exemplo.

Se eles estiverem no final da vida útil, você terá um gasto extra no futuro. Outra dica importante é lembrar que alguns seminovos ainda podem estar na garantia de fábrica vigente. Para ter essa garantia, tenha a certeza de que todas as manutenções programadas foram respeitadas.

6.Veja se os sedãs estão fora de linha

Recentemente alguns sedãs de entrada se aposentaram. Também há aqueles que estão prestes a saírem de linha de produção. No mercado de usados, estes sedãs são um bom negócio, pois os preços são mais baixos. No entanto, é importante ficar atento ao tempo e as peças que podem ser mais difíceis de serem encontradas.

7.Simule o financiamento e veja o valor da parcela

Antes de fechar o negócio, faça uma simulação do financiamento e veja quanto será a parcela e quantas prestações você terá que pagar. Certifique-se que o financiamento estará de acordo com o seu orçamento.

8. Veja quanto vale seu usado na troca

Se seu interesse é oferecer seu usado de entrada para adquirir o sedã, veja quanto seu veículo vale. Valorize seu carro e prepare-se para garantir seu sedã.

9. Verifique o tamanho e o preço

O mercado dos sedãs compactos recebeu nos últimos anos modelos que só têm o preço de compacto. O espaço interno desses veículos são parecidos com dos sedãs médios. No entanto, atente-se ao custo por um carro maior, pois isso pode afetar o acabamento e a qualidade do carro.

A melhor maneira de comprar um sedã e se sentir realizado com sua escolha é colocar todas essas dicas em prática. Preste atenção em cada uma delas e faça sua compra com segurança!

Por Serrana Filetti


Confira aqui algumas dicas do que fazer se o seu carro apresentar problemas na estrada.

Se existe algo que causa pânico entre os motorista, sejam eles experientes ou os mais novatos na direção, é o carro “deixar na mão” o usuário; pior, ainda, o carro dar uma pane na beira da estrada, local onde normalmente é de difícil acesso, perigoso e com poucas ou nenhuma pessoa parar prestar um auxílio ou uma ajuda.

A fim de auxiliar os milhões de usuários que todos os dias transitam pelos quilômetros sem fim de rodovias espalhadas por todo o Brasil, aqui damos algumas dicas:

A primeira e mais preciosa dica com relação a esse assunto é a sinalização. Se possível, procure um local com recuo da pista de rolamento e, caso não encontre, pare no acostamento. Nunca deixe de sinalizar o local em que seu veículo venha a apresentar pane. Tal dica se resume ao fato de que, uma simples pane de um veículo pode se tornar um acidente de grandes magnitudes. Sendo assim, caso esteja em uma pista de rolamento em que a velocidade máxima permitida é de 110 Km/h, o condutor deverá contar 110 passos para frente do veículo e a mesma quantidade de passos para trás, de forma que o local esteja devidamente sinalizado. Caso haja chuva ou neblina, a distância a ser considerada deve ser o dobro.

Procure apoio de pessoas de confiança. Atualmente, muitas estradas possuem pedágios. Assim, antes de sair de casa, procure saber a qual concessionária a pista está vinculada e anote os telefones. Além disso, faça um breve estudo dos locais em que estão as praças de pedágio. A concessionária pode lhe prestar um apoio até o mecânico mais próximo ou rebocar o seu carro para uma das praças de pedágios para que o seu seguro seja acionado.

Ao avistar veículos no acostamento da pista, procure avisar os órgãos competentes ou mesmo à concessionária.

Essas dicas podem se tornar fundamentais na hora de uma situação como essa. Evite o pânico e procure se manter seguro e tranquilo. Lembre-se sempre de sinalizar e buscar a ajuda de pessoas de confiança e que podem ser solucionadoras do problema pelo qual você está passando. Depois disso, siga em frente e boa viagem.

RAQUEL ALICE MOREIRA


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve ter antes de escolher o seu carro.

Confira a seguir algumas dicas práticas e úteis que devem ser levadas em consideração ao comprar um carro.

Motor

Muitas pessoas ignoram o fator motor em um carro. Não falo sobre marca, tampouco estado, quando me refiro ao motor digo sobre a potência real do veículo. São muitos os casos de pessoas insatisfeitas com o desempenho de seus carros ao passar dos dias. Seja em uma simples arrancada em um semáforo ou durante uma meia embreagem em algum morro íngreme.

Em decorrência de “baixo desempenho”, os donos dos veículos recorrem a medidas que hoje estão se tornando cada vez mais comum nos carros. Para os com motores mais fortes já com certa idade, à aspiração se torna um método eficaz e sem perda de qualidade para o automóvel. Outros preferem chips de potência que se ligam a central do carro alterando a potência do veículo, adicionando alguns cavalos de potência. Por fim, creio que a saída mais eficaz, mesmo que menos em conta seria turbinar o veículo. Mesmo que o “espirro” da turbina lhe incomode, basta ajustar a válvula de pressão que o carro turbo volta a ter o ronco comum. Vale a pena ressaltar que ele irá consumir menos combustível, dependendo da pressão da turbina. Para turbinar um carro deve-se levar em conta não apenas a turbina que será utilizada, mas sim a preparação total: bielas, válvulas de comando, embreagem, sistema de ignição, cabeçote, entre tantas outras características. Com uma “turbinada” bem feita, um carro pode chegar a ter um ganho real de mais de 200 cavalos de potência.

Para pessoas que viajam ou pegam bastante estrada, essa dica é essencial. Se você gosta da liberdade das estradas, considere um carro mais potente que um 1.0. Por mais que você se considere um motorista com “braço” para dirigir, em uma ultrapassagem em que exige mais torque de seu carro, você pode muitas vezes ficar no “meio do caminho”, trazendo um risco para você, os passageiros e outros motoristas. Carros 1.8 costumam ter um desempenho excelente e um consumo moderado, sem pesar tanto no bolso.

Consumo

Se você é daqueles que gosta de um bom torque, mas fica receoso com o consumo e o preço altíssimo da gasolina, você não é pão duro. Tenha em mente sempre economia, por mais que goste de carros fortes. Aqui vai uma dica: Não acredite no que um amigo de um filho de seu primo de 9º grau disse sobre o carro. Cada um tem uma experiência diferente e cada um dirige ao seu modo. Não julgue carros antigos pela fama de beberrões. Alguns donos alegam que o Omega CD 4.1 1997 pode fazer até 8km/l na cidade, o mesmo que o HB20 1.6 2014 rodando no álcool. Então deixo claro, o seu melhor aliado é uma boa pesquisa, mas pesquisa de usuários do dia a dia. Converse com donos do mesmo modelo em que você está interessado, participe de fóruns, pergunte no Yahoo. Faça da internet sua bússola.

Se você quer consumo baixo, prefira versões manuais. Carros automáticos tem seu próprio sistema de troca de marchas, você não regula o tempo, por isso demoram mais para cortar giro. Carros manuais estão à mercê de seus comandos.

Se um tio seu lhe disse: “Quando o carro estiver em uma descida, desengate para ele pegar embalo e não precisar gastar tanto combustível”, digo à vocês, principalmente os inexperientes, essa é uma prática perigosa, pois o carro está totalmente sem controle, acredite ou não. Pode reparar que o conta giro não alerta rotações no motor, o que indica que você é uma pedra rolando morro abaixo. Para frenagens, se o carro estiver em alta velocidade ou com freios ruins, é quase certo que ocorrerá algum acidente. Qualquer desvio na estrada te fará alterar a rota, o que sem o atrito dos pneus te fará quicar de um lado para o outro. Existem formas mais práticas de se fazer economia em seu veículo, como por exemplo, evitar reduções de marchas desnecessárias, pois isso faz o carro beber bastante. Outra dica é andar sempre com o giro no máximo em 3 mil rotações por minutos (RPM), pois dessa forma o carro irá se esforçar menos para um rendimento não necessário.

Custo Beneficio

Talvez um dos principais quesitos a se analisar na compra de um carro, o custo benefício traz consigo traços como: valor de revenda, preço de peças e seguro.

1. Valor de Revenda: Com o mercado atual totalmente instável, é de suma importância entender a flutuação dos preços dos veículos, afinal, você não vai ficar com ele para sempre. Um carro comprado por R$ 180.000 após um ano pode desvalorizar até R$100.000, ainda mais em uma economia com variações tão absurdas quanto à brasileira. Carros com manutenção cara geralmente são descartados por compradores. Um bom exemplo seria o Ford Edge, que mesmo sendo tão "bruto" pode se tornar uma dor de cabeça para seus donos durante revisões.

2. Preço de Peças: Procure sempre carros com procedência nacional, montadoras e distribuidoras com lojas no Brasil. Se você não sabe como importar peças, essa dica se torna crucial para um bom relacionamento entre homem e máquina. Faça pesquisa, pois nem sempre marcas pouco conhecidas têm uma mecânica cara, como o Daewoo Espero, carro com a mecânica bastante parecida com a do Chevrolet Vectra. Pesquise sobre "carros irmãos", são aqueles veículos com a mesma base, construído com as mesmas peças, então basicamente tem o mesmo preço de conserto.

3. Seguro: Para um lugar como o Brasil, o seguro é imprescindível, pois ninguém está livre de nada. Mais uma vez gosto de lembrar: Não vá pela experiência dos seus amigos, familiares e terceiros. Se o seu amigo paga R$ 15.000 no seguro do Gol ‘Quadrado’ dele, isso mostra que ele não soube pesquisar. Nunca pague mais de R$ 2.000 em um seguro. Muitas pessoas pagam por valores exorbitantes por procurarem por seguradoras de âmbito nacional e internacional, mas procure bem por empresas do seu estado, região ou até mesmo cidade. Veja a procedência e poupe com despesas tolas.

Saiba o que você quer:

Não compre um carro pelo simples prazer de comprar (a não ser que você possa fazer isso). Saiba que carros trazem alegrias, tristezas e principalmente dores de cabeça. Tenha em mente de que você não terá apenas bons momentos com seu carro, por isso é de suma importância você ter afinidade com seu veículo.

Escolha um modelo que lhe sirva, de todas as maneiras possíveis e da melhor forma, sem nunca te deixar na mão.

Saiba escolher a cor! Essa dica é valiosíssima, já que é basicamente como uma tatuagem, é perpétuo.

Procure conforto, pois não há nada pior que um banco duro como pedra durante um trecho de 400km ou usar um carro que mais parece uma tábua sobre rodas todo santo dia.

Se deixe apaixonar pelo carro! Quando você tem consciência de como um carro lhe serve bem e que te livra de pegar conduções lotadas todos os dias, irá ver que o seu veículo tem um significado especial para você.

Não se importe com que os outros digam: “Ele é pequeno”, “É velho”, “É beberrão”, “É feio”. Você comprou o carro para você e não para critério dos outros, tenha sempre isso em mente.

Essas foram algumas dicas de como escolher um carro. Pesquise bem antes de comprar e veja o modelo que se adeque a sua vida.

Por Wendel Dias Quaresma


Levar um animal solto no carro além de ser perigoso configura um crime. Por isso, algumas dicas podem ser seguidas para transportar seu animal de estimação em segurança.

Adora levar seu bichinho para passear? Acha lindo quando ele coloca a cabecinha para fora do carro para tomar um ventinho? Saiba que você pode estar colocando a vida de seu pet em risco sem querer! Por se movimentarem muito os bichinhos podem sem querer cair da janela de seu veículo, ou atrapalhando a sua direção e um segundo de distração no trânsito pode significar um desastre. Pets soltos, seja no banco de trás ou do carona são um risco não só a si mesmos mas aos seus donos.

Levar um pet solto no carro além de ser perigoso configura um crime. A lei prevê, no código de trânsito em seu artigo 252 que é infração grave dirigir transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas e ainda no artigo 235 a lei prevê proibição de carregar animais ou carga do lado externo do veículo, salvo se autorizado.

Alguns cuidados são necessários para que seu pet tenha um passeio tranquilo e seguro. Saiba como evitar acidentes com seu pet:

Para animais pequenos existem três opções: o cinto de segurança para cães que é um peitoral para ser adaptado ao cinto do carro, o adaptador de cinto de segurança, que prende a coleira de seu animal ao cinto e a cadeirinha, semelhante àquela usada pelas crianças.

Já para os animais maiores devem ser transportados dentro de uma caixa de transporte adaptada ao seu tamanho. Se estiverem soltos dentro do carro podem se ferir e se forem presos em corda ou corrente podem se enforcar ou sofrer traumas.

Se você possui um carro Hatch, aqueles modelos que possuem porta malas sem a tampa traseira, pode também adquirir alguns tipos de grades específicas, que permitem o transporte de seu animalzinho nesse espaço com a maior segurança.

Atenção especial deve ser dada aos gatos, já que estes são territorialistas e odeiam sair de casa. Para evitar maiores estresses ao seu bichano sempre transporte-o dentro  da caixa de transporte.

A melhor opção para seu animal deve ser avaliada de acordo com o tamanho de seu carro e de seu pet. Os pet shops possuem inúmeras opções para o transporte seguro de seu animal.

Sempre é preciso reforçar que nunca se deve deixar um animal sozinho dentro do carro, mesmo que seja por alguns instantes. Evite também lugares abafados ou sob o sol, para que seu bichinho não sufoque ou tenha algum problema.

Por Patrícia Generoso

Transportar seu pet com segurança

Transportar seu pet com segurança

Fotos: Divulgação


Fique atento a alguns sinais que seu carro emite para evitar danos maiores e imprevistos.

Há vários problemas nos automóveis que podem surgir, independente da manutenção preventiva estar em dia ou não, mas se você tomar os devidos cuidados, saiba que estará evitando uma série de transtornos.

Vazamento de água, bateria fraca, mau funcionamento de alguma peça ou sensor, tudo isso pode fazer com que o veículo pare de funcionar.

Então observe bem alguns sinais que servem para avisar que o seu carro vai parar, por exemplo, se você notar que o motor está com mais dificuldade para funcionar, ou está perdendo potência, pode ser sinal que a bomba de combustível está com problema e deverá ser substituída.

Outra forma de observar os sinais de que seu carro vai apresentar problemas é ficar atento ao painel do veículo, pois é ali que estão os indicativos que alertam quando algo está errado. Se o marcador de combustível parar, mesmo que você tenha colocado combustível, peça ao seu mecânico que verifique a boia que fica dentro do tanque.

Quando a luz de injeção eletrônica ficar acesa, atenção redobrada, pois é um possível aviso de que o veículo está com problema em um dos sensores da injeção eletrônica ou até mesmo no sistema de ignição.
Se a luz do óleo também ascender, é outro motivo de preocupação. Estacione o seu carro o mais rápido possível e espere o motor esfriar para conferir o óleo, pois tudo indica que ele está bem abaixo do indicado e se você continuar circulando, poderá danificar seriamente o motor de seu carro. E não tente ir até a oficina mais próxima, chame o mecânico para lhe atender no local.

Não é preciso ser um mecânico ou um profundo conhecedor de carros para saber quando o veículo está prestes a parar. Independente se morarmos em um grande centro urbano, ou no interior, é fundamental ter o carro funcionando perfeitamente e para isso é preciso que o veículo esteja com a manutenção preventiva em dia para que você não fique parado no meio do caminho. E claro, fique atento aos sinais que seu veículo emite, pois eles poderão lhe indicar um problema que ainda vai acontecer e assim você poderá tomar as providências antes que o pior aconteça.

Por Russel

Painel de carro

Foto: Divulgação





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