Conheça os modelos ecológicos que dominaram o mercado automobilístico

BMW ecologicamente correta

Crédito da imagem: pxhere.com

Ter o carro dos sonhos demanda muito tempo, dinheiro e pesquisa, uma vez que não adianta comprar qualquer modelo sem conhecer as suas especificações e como ele funciona. Sendo assim, é necessário estar por dentro de todas as novidades do setor automobilístico, isso inclui os carros ecologicamente corretos.

Com o passar dos anos muitos modelos de carros foram apresentados ao mundo, alguns deles marcaram a historia com seu design moderno e sua tecnologia de alta qualidade e desempenho. Os veículos ecológicos chegaram para ficar, mas ainda é necessário entender um pouco melhor o seu funcionamento. Por isso, separamos para você alguns pontos que precisam ser analisados e avaliados com muito cuidado. Continue lendo o artigo e entenda todos os detalhes. Certamente, irá se surpreender!

Carros ecologicamente corretos

O setor automobilístico passou por muitas mudanças durante os últimos anos, desde o conhecido Fusca até os modelos de carros mais tecnológicos do mundo. O primeiro modelo que surpreendeu foi o Ford T, chegou a mais de 15 milhões de unidades vendidas entre 1908 e 1927, mas hoje em dia certamente não seria o melhor modelo para passear em família.

Com o passar dos anos foram surgindo mais automóveis que marcaram a historia, como o fusquinha que contava com motor e tração traseiros, o DKW que era conhecido por ter motor dianteiro de 2 tempos e tração à frente, o Chevrolet Opala que apostou no motor instalado à frente com tração traseira e, pro último, o Ford Corcel que contava com motor e tração dianteira.

Mas enganam-se quem acha que somente os carros tradicionais fizeram sucesso, os ecologicamente corretos também ganharam seu espaço e destaque no mercado automobilístico. Junto com eles surgiu o motor verde, que são ideias para realizar queimas mais eficientes de combustível e emitir menos poluentes na atmosfera. Confira alguns modelos:

O Venturi Fetish foi fabricado por uma empresa francesa especializada em carros ecológicos. Visualmente chama a atenção de muitos consumidores apaixonados pelo setor. O motor conta com uma velocidade restrita, como é exigido nas leis da França, entretanto conta com aceleração de 0 a 100 Km/h em apenas cinco segundos coloca ele na frente de vários modelos esportivos. Além disso, ele apresenta soluções tecnológicas jamais vistas antes.

O Citroën C – Métisse foi apresentado para o publico na Feira do Automóvel em Paris e não precisou de muito tempo para se tornar um sucesso de vendas. O motor elétrico é ativado somente quando é necessário, isso ajuda a reduzir consideravelmente a emissão de gases e a manter uma viajem calma, tranquila, suave e silenciosa.

Mais uma vez o gigante do setor, Toyota, decidiu apostar em tecnologia e modernidade! Desta vez, o modelo que ganhou o coração dos apaixonados por carros foi a Toyota FT – HS. Conta com um motor V6 de 3500cc e 400cv de força, isso permite que o carro acelere de 0 a 100 km/h em apenas 4 segundos.

O Venture One também faz parte da lista dos carros ecologicamente corretos. Mas, é mesmo um carro ou uma moto? Essa é dúvida que muitos consumidores se fazem antes de adquirir o modelo. Calma, vamos explicar melhor! O Venture possui as características e vantagens de ambos os veículos. Conta com uma roda na frente e duas atrás, acomodando 4 pessoas, certamente é uma experiência única frente ao volante. Além disso, é sinônimo de segurança, modernidade e conforto.

A BMW também lançou carros ecologicamente corretos, o i8 é um exemplo de modernidade e tecnologia de alta qualidade e desempenho. Seu design futurista chamou muito a atenção, com aparência galáctica. Muitas pessoas fazem referência do I8 com o carro do Batman. Em 2015 foram vendidas 5 unidades no Brasil.

Inovações dos carros ecologicamente corretos

Após ter conhecido alguns modelos de carros ecológicos, é hora de conferir as novidades e inovações que estes modelos trouxeram. Eles realizam a queima de combustíveis de um jeito mais econômico e eficiente para não causar danos ao meio ambiente.

Por isso, os motores contam com versões turbinadas que oferecem alta performance e potência. As mudanças são facilmente percebidas nos volantes, faróis e pedais, o progresso da tecnologia chegou aos automóveis sustentáveis.

Mas as novidades não param por aqui, as montadoras têm investido cada vez mais em modelos com baterias capazes de serem recarregadas em tomadas externas. Em vários países ao redor do mundo os carros ecologicamente corretos já são vendidos a preços populares e acessíveis, entretanto aqui no Brasil vai ser necessário ainda aguardar alguns anos para que isso aconteça. Continue acompanhando todas as notícias sobre o setor e fique por dentro de novidades.

Renault e carros ecológicos

A gigante e conhecida do mercado, Renault, também investiu nos últimos anos em carros ecologicamente corretos. Em um mercado tão concorrido e saturado é necessário estar sempre inovando e apresentando novas soluções, e foi isso que a montadora francesa fez.

No ano de 2016, a Renault lançou o Twizy. É um veículo inovador e que promete melhorar o problema de mobilidade urbana enfrentado nos dias atuais. Possui um motor elétrico de 17 cavalos de potência, conseguindo alcançar uma velocidade máxima de 80 km/h.

Parece pouco, mas é o suficiente para poder dirigir com tranquilidade e segurança durante o dia a dia. O carregamento da bateria pode ser realizado em uma tomada normal e em até no máximo 3 horas ele já está completamente pronto para rodar 100 km.

O Renault Twizy ainda não começou a ser vendido no Brasil, mas não irá passar muito tempo para que isso aconteça. Nos países europeus, o veículo custa em torno de 7 mil euros, equivale a R$ 30 mil. Mas, resta saber, será que esse valor vai ser mantido? Provavelmente não, visto que o IPI para carros elétricos ainda é muito caro.

Gostou do artigo? Continue acompanhando nossas postagens e saiba tudo sobre os automóveis ecologicamente corretos que estão dominando o setor. Compartilhe em suas redes sociais, certamente irá ajudar muitas pessoas na busca do carro perfeito!


Veja aqui todo os principais benefícios e problemas nos carros a Gás.

A alta nos preços dos combustíveis automotivos, como a gasolina e o Diesel, e a crise econômica que assola o país, trouxeram uma velha discussão à tona: Quais os benefícios e malefícios dos combustíveis alternativos? Vale à pena investir na flexibilização do veículo? O que o consumidor precisa saber antes de trocar completamente a forma de abastecer e utilizar outro combustível.

Conhecido por ter um preço menor nas bombas dos postos de abastecimento, o GNV é o queridinho de muitos condutores. Presente em nosso país desde o ano de 2000, o Gás Natural Veicular ganhou defensores e até divulgadores do produto.

Entre os que defendem e os que criticam, sempre há os consumidores indecisos. Aqueles que pensam em instalar o kit gás no veículo, mas sentem receio ou precisam de mais informação.

Para responder às perguntas propostas anteriormente, vamos esclarecer alguns prós e contras do veículo a gás. Fique atento e se livre das principais dúvidas a respeito do assunto.

Pontos negativos do automóvel a gás

Maior pressão no cabeçote.

O cabeçote é o componente que equivale a quase metade de todo o motor. Como o gás aumenta significativamente a pressão interna no cabeçote, as chances dessa peça trincar são muito maiores do que as de um carro movido à gasolina ou álcool, por exemplo.

Diminuição da vida útil da vela automotiva

A parte elétrica do carro movido a gás é mais exigida do que em automóveis não convertidos. Dessa forma o desgaste na vela e cabos de vela são maiores, diminuindo a durabilidade destes componentes, podendo a vida útil ser reduzida à metade em alguns casos.

Possível travamento das válvulas do motor

O Gás Natural Veicular é um combustível seco. Essa propriedade substancial pode fazer com que as válvulas do motor ressequem e travem por conta da ausência de lubrificação.

Outros problemas

Há uma série de outros problemas frequentemente encontrados em carros convertidos para GNV, entre eles: aumento do consumo de água no radiador; menor duração da bateria; perda parcial ou total do espaço no bagageiro e menor durabilidade do motor de partida e do alternador

Pontos Positivos do uso do gás

Menos contaminação do meio ambiente

Carros a gás liberam menos resíduos poluentes no meio ambiente. Por isso, esse tipo de combustível é uma forma mais limpa e sustentável do que a gasolina e o álcool.

Maior durabilidade do escapamento.

O contato com a água pode fazer com que o escapamento estrague por causa da ferrugem. Como o GNV é um combustível seco, a vida útil do escapamento tende a ser maior.

Diminuição da troca de óleo

Outros combustíveis contaminam o óleo do motor mais rapidamente, fazendo com que ele fique mais sujo, aumentando a frequência de troca dessa substância. Como o gás não possui as mesmas propriedades contaminantes, o óleo do motor suja menos e dura mais.

Mais economia no bolso

Os carros a gás podem ser até 60% mais econômico do que os carros movidos a outros tipos de combustíveis. Essa é, talvez, a vantagem mais esperada por quem opta pelo GNV. No entanto, o consumidor precisa avaliar as condições do veículo antes de instalar o Gás Natural Veicular.

Outras considerações

O investimento pode chegar ao valor de R$ 2.000, dependendo do tamanho do cilindro, mas a compensação dos custos com a instalação pode demorar de quatro a trinta meses para chegar.

Além disso, é imprescindível que o consumidor escolha empresas de confiança para fazer a instalação. O manuseio inadequado dos cilindros de gás e a falta de manutenção podem causar acidentes gravíssimos e/ou danificar os componentes do carro.

Por Nanny Cunha.


Montadora quer reduzir o uso de matéria prima que exija quantidades crescentes de carbono.

Seguindo uma tendência global crescente com a preservação do planeta, a montadora sueca Volvo anunciou no início deste mês de julho que deverá implementar uma mudança radical na fabricação de seus motores para seus carros.

A empresa declarou na última quarta-feira, dia 5 de julho, que a partir de 2019 deverá investir pesado na fabricação de modelos de automóveis com motores elétricos. A disposição inicial da fabricante é que todos os seus modelos possam sair equipados com motores totalmente movidos a eletricidade.

Mesmo que isto não seja possível a partir de 2019, logo num primeiro momento, a empresa anunciou que pretende também investir num tipo de motor que seja no formato de uma estrutura propulsora única, acoplada a um sistema de combustão, o que já vem sendo utilizado, em pequena escala, nos modelos classificados como híbridos.

De acordo com o próprio presidente mundial da marca, Hakan Samuelson, a empresa faz questão de anunciar que está amplamente comprometida com a preservação do planeta e a intenção da empresa é investir pesado em um modelo de fabricação que possa contribuir cada vez menos para a emissão de dióxido de carbono para atmosfera.

A Volvo, através das declarações de seu presidente e com o anúncio da fabricação dos novos tipos de motores, pretende cada vez mais reduzir o uso de matéria prima que exijam quantidades crescentes de carbono.

A médio e longo prazos, o compromisso da fábrica de automóveis assumido com os milhares de consumidores espalhados por diversas partes do mundo é dar a sua parcela de contribuição para que as cidades possam viver com um ar cada vez mais limpo e que não deixem de desfrutar dos avanços tecnológicos trazidos pela indústria automobilística.

Em parceria com a chinesa Geely, a empresa planeja o lançamento de cinco versões diferentes de carros elétricos entre 2019 e 2021 , sendo que três deverão ser lançados com a logomarca da empresa e dois pela Polestar, sua marca subsidiária de modelos de alto desempenho.

A intenção da Volvo é a fabricação total de novos modelos que, além de híbridos com baixa utilização de combustão, possam ser totalmente elétricos e que permitam ao consumidor abastecer o seu carro somente ligando-o na tomada.

Emmanoel Gomes


Confira aqui uma análise sobre o carro mais barato do Brasil.

Há alguns anos, o Chery QQ, um típico subcompacto chinês, acabou virando notícia depois que começou a perturbar a paz de alguns dos modelos de carros mais vendidos no Brasil. Na época, ele vinha com uma oferta interessante em relação aos equipamentos em sua lista de série e, claro, também tinha o preço competitivo.

Pois bem, a novidade agora é que está geração nova é fabricada no Brasil, mais precisamente na cidade de Jacareí, no interior do estado de São Paulo. O fato é que de novo o Chery QQ voltou a aparecer nos noticiários de sites especializados. Isso porque está sendo vendido pelos inacreditáveis R$25.990. Mas tem um detalhe: esse valor é válido apenas para o mês de julho e somente se o pagamento for feito à vista.

O que há de novo no Chery QQ?

Bom, as novidades desse subcompacto chinês são várias. Entre elas podemos destacar o novo desenho, o propulsor 1.0 flex com 75 cavalos de potência, além da capacidade de rodar até 10,1 kgfm se for abastecido a etanol ou 9,7 kgfm se o combustível for a gasolina.

Em linhas gerais, podemos dizer sem nenhuma dúvida que o Chery QQ é um carrinho meio lento. Mas, por outro lado, ele é super econômico. Tanto que conseguiu ganhar o selo A oferecido pelo programa de etiquetagem do Inmetro. Além disso, ele ainda traz o privilégio de ser fabricado em terras tupiniquins. Isso provavelmente vai ajudar ao carro chinês a conseguir entrar em uma boa competição contra os seus principais rivais, especialmente no que diz respeito ao ponto de ‘pós-venda’. Os preços devem ficar interessantes em vários aspectos, tais como serviços, revisões e valor das peças.

E para fechar tudo isso é importante nós lembrarmos de que o Chery QQ, desde que surgiu no mercado, sempre conseguiu se destacar por conseguir oferecer muito conteúdo em seu portfólio, mesmo considerando o fato de que o acabamento não ficou tão interessante. De qualquer maneira, como concorrente do Fiat Mobi e do próximo Renault Kwid, ele aparece no mercado automobilístico brasileiro como uma opção mais acessível.

E em sua opinião, caro leitor, será que vale a pena investir os R$26 mil em um carro que traz o estigma de ser chinês?

Por Denisson Soares


Novo Toyota Etios 2017 tem versão mais cara que Mitsubishi Lancer.

Passados quatro meses depois do lançamento da linha 2017 do Etios, a montadora anunciou na última terça-feira, dia 2 de agosto, a chegada da versão mais topo de linha do modelo, a Platinum. Serão disponibilizadas nas versões sedã e hatch, respectivamente por R$ 65.990 e R$ 62.490.

Com preço ultrapassando a faixa dos R$ 60 mil, o Toyota Etios chega perto de veículos de segmentos acima, o que já tem acontecido com veículos compactos, como no Chevrolet Prisma e Onix, que chegam a R$ 65 mil.

Com cerca dos R$ 66 mil do sedã Etios Platinum, dá para comprar um Mitsubishi Lancer com motor 2.0 e transmissão manual, no valor de R$ 65.190. Ainda na marca Toyota, há também o Corolla GLi CVT, que está R$ 3.050 mais caro.

Retornando ao modelo Etios, a versão Platinum será vendida somente com câmbio automático de 4 velocidades e motor 1.5, com potência de 107 cavalos e torque de 14,7 kgfm.

A marca japonesa acredita que a versão Platinum chegue a representar 10% das vendas da gama, aproximadamente seis mil unidades a cada ano.

A Toyota não deverá equipar muito a versão Platinum, pois acredita-se que a compra deste veículo é pela aposta no visual diferenciado, se comparado com as outras opções.

O modelo teve seus para-choques traseiros e dianteiros reestilizados. A grade frontal, que possui a mesma cor do veículo, também conta com alterações. Na versão sedã, o carro também está equipado com um aerofólio, que traz uma sugestão de esportividade para o veículo. As rodas de 15 polegadas são de liga leve e agora as lanternas possuem máscara escurecida.

A versão mais topo de linha do modelo Etios não está tão equipado assim, conta com direção elétrica, ar-condicionado, quadro de instrumentos digital, que vem de série, além de controle de velocidade de cruzeiro, volante com comandos de áudio e bancos de couro.

Também há sensor de ré e a central multimídia com câmera de ré e TV digital, porém, não conta com a tecnologia de realizar o espelhamento do smartphone, como tem na versão XLS que no hatch custa a partir de R$ 57.720 e no sedã a partir de R$ 56.950.

FILIPE R SILVA


Produção de Veículos, Comerciais Leves, Ônibus e Caminhões sofreu uma queda de 22,9% no mês de abril.

Diante do cenário de crise na economia brasileira, vários setores estão sendo diretamente atingidos, um destes é o setor das empresas fabricantes de veículos automotores. A comprovação da crise que vem assolando o setor foi a divulgação feita pela Anfavea (associação das montadoras), a respeito de que a produção de veículos, comerciais leves, ônibus e caminhões tiveram um decréscimo de 22,9% no mês de abril.

Conforme os dados estatísticos obtidos pela associação, 169.813 unidades foram fabricadas no mês de abril deste ano, enquanto no mês de abril do ano passado o quantitativo foi de 220.272. Na comparação feita em relação ao mês de março, o resultado obtido foi também um declínio de 13,6%, fator este que mostra a desaceleração constante do setor.

Já com relação ao acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, a mensuração também não foi animadora, haja vista que houve um decréscimo de 658 mil unidades, montante este que significa uma diminuição de 25,8% em relação ao mesmo período do ano de 2015, o cenário de queda é de 27,9% nas vendas, quando se faz o mesmo tipo de comparativo.

Para termos uma real noção do quanto a situação está ruim para o setor automotivo, os resultados da produção deste último mês de abril foi pior do que o péssimo índice de produção obtido pelas empresas no mês de abril do ano de 2004, ocasião em que apenas 163 mil unidades saíram das linhas de montagens nacionais.

Contudo, não pense que o declínio produtivo esteja sendo impulsionado somente pelo mercado de veículos leves, pois não é, uma vez que as fabricantes de veículos pesados são as que mais estão sofrendo com o atual cenário. Em termos de números, em abril, o número de emplacamentos de ônibus no país não conseguiu superar o quantitativo de mil unidades, montante este que representa um decréscimo de 41,6% apenas em um ano. Já no ramo dos caminhões as empresas fabricantes conseguiram atingir um lastimável decréscimo de 32%.

O único dado que foi considerado positivo ao setor automotivo foi o das exportações, tendo em vista que houve um aumento de veículos montados aqui no Brasil para outros países de 26,3%, sendo que no mês de abril, 37.851 unidades foram exportadas, enquanto no mesmo período do ano passado o quantitativo foi de 29.960.

Por Adriano Oliveira





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