No 1° semestre de 2015 os valores dos seguros de carros ficaram 11% mais caros se comparados com o ano de 2014.

Os valores de seguros de carros estão mais caros no primeiro semestre de 2015, segundo reportagem do “Car Sale”. O aumento chega a 11%, se comparado aos dados do ano de 2014. De acordo com os números divulgados, o Chevrolet Cobalt teve 46% de aumento e possui valor médio de seguro em torno de R$ 2.155, lembrando que o valor anterior até janeiro era de R$ 1.480. 

Ainda segundo a reportagem, o Fiat Uno teve apenas 1% de aumento, chegando de R$ 1.681 a R$ 1.698. Já o Volkswagen Fox teve queda de 16%, de R$ 1.891 a R$ 1.586.

Como os valores de seguros são calculados?

Vale destacar que os valores de seguros de automóveis, de forma geral, variam conforme o endereço de residência do motorista.  Por exemplo, regiões com alto índice de criminalidade tendem a possuir coberturas de seguros com preços mais altos, se comparados a locais com menores índices, quanto aos quesitos roubo, furto, etc.

Os valores estipulados para os seguros também levam em consideração o perfil do motorista (quantidade de infrações, etc.). Outras questões são avaliadas como idade (os mais jovens tendem a pagar mais), experiência no volante e marca (carros mais populares e visados têm seguros mais caros).

Produção de veículos cai 16,9%:

De acordo com informações publicadas no site oficial da Fenabrave, de janeiro a agosto o Brasil teve queda na produção de veículos, cerca de 16,9% de carros a menos produzidos, quando o índice é comparado aos números de 2014.  Em agosto, por exemplo, o país produziu 216,5 mil carros, o que significa uma redução de cerca de 18,2% na produção de automóveis.

Por Letícia Veloso

Seguro de carros

Foto: Divulgação


Os modelos da Peugeot são: 3008, 408, 308 e 208. E os da Renault são: Fluence, Duster, Logan, Sandero Stepway e Sandero.

Nas últimas semanas, as montadoras francesas Peugeot e Renault divulgaram campanhas de promoções muito parecidas: elas estão oferecendo taxa zero para quem deseja financiar um automóvel.

No caso da Peugeot a campanha vale para os modelos 3008, 408, 308 e 208. Já para a Renault a taxa zero é válida para o Fluence, Duster, Logan, Sandero Stepway e Sandero.

Nas duas campanhas a porcentagem de entrada e a quantidade máxima de parcelas variam, depende do veículo que o consumidor escolher. Para adquirir um Renault Fluence Dynamique que vem com câmbio CVT, é possível dar entrada de 60% do valor total do carro e financiar R$ 69.990 em no máximo 36 parcelas sem juros. Para comprar um Sandero Stepway é necessário investir um pouco mais de dinheiro: entrada correspondente a 65% do valor total do modelo e parcelamento de R$ 50.990 em no máximo 18 meses sem juros.

Na Peugeot os valores são um pouco mais gentis, pois o valor a ser dado de entrada varia entre 40% e 60% do valor total do veículo. É possível adquirir um 408 Griffe Turbo THP pagando 40% de entrada e financiando o total em 36 vezes sem juros, sendo R$ 86.990 o valor total. O 208 Griffe sai um pouco mais barato, o valor é de R$ 64.480 e pode ser financiado em 36 vezes sem juros, porém a entrada é de 60%.

Com a tentativa de estimular o consumo, a Chevrolet também está com financiamento com taxa zero para alguns modelos, como o Spin, o Cruze, o Prisma e o Ônix. O Ônix na versão LS é encontrado por R$ 35.990, com entrada de 60% o valor pode ser parcelado em 36 vezes.

A campanha “Pessoas reais. Opiniões Verdadeiras” é bastante interessante, pois em casa oferta de cada modelo há um número de telefone. O objetivo é que a pessoa que quer comprar um carro Chevrolet entre em contato através do WhatsApp com alguém que já possuía o modelo e que possa dar uma opinião.

Por Jéssica Posenato

Peugeot 3008 2015

Renault Fluence 2015

Fotos: Divulgação


Linha 2016 dos modelos tiveram uma pequena alta nos preços, mas trazem novidades estéticas.

A Fiat iniciou a semana com uma grande novidade: o lançamento da linha 2016 do Palio e do Palio Fire. Entre os itens novos que aparecem nos modelos, está a cor cinza chumbo no painel frontal do Palio Fire, além de faróis com canhões pretos, que estarão presentes em todas as versões, com exceção da Way, que irá continuar com faróis equipados com máscara negra. Além disso, de quebra, o comprador ainda leva um espelho cortesia no para sol do lado do motorista.

A linha 2016 do Palio Fire aparece um pouco mais cara, mas por ser um modelo novo o aumento nem foi tão expressivo. Foram adicionados R$ 266, em média, mas mesmo assim o modelo ainda permanece como o carro mais barato vendido no Brasil.

Agora o Palio Fire 1.0 com 2 portas custa R$ 27.590,00, enquanto a mesma versão, porém com 4 portas, parte de R$ 29.920. Já a versão mais incrementada do modelo, o Palio Fire Way 1.0 com quatro portas está custando R$ 31.190,00.

Outra novidade apresentada pela montadora italiana é a nova cor que o Palio ganhou, o Branco Kalahari, que aparece apenas na versão Sporting. Além disso, o veículo vem de série com direção hidráulica, ar condicionado, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros, e chave canivete com telecomando. A nova versão do Palio também teve um acréscimo no seu valor, sendo em média R$ 397 mais caro.

Com esse reajuste, agora a versão mais básica do Palio, a Attractive 1.0 passa a custar R$ 39.410, enquanto a versão mais potente, de motor 1.4 litros, custa R$ 42.740. As versões top de linha, com o Novo Palio Essence 1.6 está com valor de R$ 47.130, e a mais cara de todas, a Novo Palio Sporting 1.6, tem preço de R$ 49.640.

Só resta saber se, mesmo com a crise financeira que assola o país, a montadora continuará como líder de vendas no Brasil.

Por Felipe Villares

Palio 2016

Palio Fire 2016

Fotos: Divulgação


Novo modelo foi lançado no Brasil com preços que partem de R$ 68.990.

Foi confirmada, pela montadora Mitsubishi, na última quinta-feira, dia 11 de junho, a chegada da linha 2016 do Mitsubishi Lancer às concessionárias de todo o país. A versão 2016 do Lancer terá valor inicial a partir de R$ 68.990, sendo que o grande destaque que foi inserido na linha foi a versão HLE que ficou logo abaixo da GT que tem preços a partir de R$ 85.490.

Nessa nova configuração o veículo trouxe um novo para-choque dianteiro que é totalmente distinto das demais versões, este para-choque tem a sua parte central pintada na mesmo cor que o veículo, grades com molduras cromadas, e distância de 17 centímetros do solo o que no caso é bem maior da que era apresentada nas versões anteriores, as rodas desta versão chamam bastante atenção por serem de liga-leve no tamanho 16 polegadas. Além disso, este veículo trouxe, além de muita tecnologia embarcada, outros acessórios, ainda este carro tem sensor para acendimento automático dos faróis, ar-condicionado totalmente automático, teto solar, bancos totalmente revestido em couro,  volante multifuncional, sistema de multimídia que tem a presença de uma tela de sete polegadas e sete airbags.

A versão topo de linha é a GT, esta versão se diferencia da nova HLE nos seguintes detalhes: rodas de 18 polegadas também de liga-leve, retrovisor interno no modelo eletrocrômico, faróis bi-xenônio com a presença de limpadores, escapamento com a ponteira inox, grade frontal em modelo diferenciado e a presença de aerofólio traseiro, bem como spoilers nas laterais.

O motor desse novo Lancer foi mantido e continua sendo o de bloco com quatro cilindros 2.0 somente movido a gasolina, este motor oferece a este carro uma potência máxima de 16 cavalos de potência e torque de 20mkgf. A única versão que em com câmbio do modelo manual de cinco marchas é a MT, sendo que nas demais o câmbio utilizado foi o de seis marchas automático.

Confira a tabela abaixo com os valores e versões da nova linha do Lancer 2016:

– Mitsubishi Lancer MT: R$ 68.990;

– Mitsubishi Lancer HL: R$ 73.990;

– Mitsubishi Lancer HLE: R$ 85.490;

– Mitsubishi Lancer GT: R$ 89.490.

Por Adriano Oliveira

Mitsubishi Lancer 2016

Mitsubishi Lancer 2016

Fotos: Divulgação


Custo total que o motorista terá para andar de carro fechou o quadrimestre em alta acumulada de 4,7%. Contudo, alguns itens como os combustíveis apresentaram uma pequena queda.

Como foi amplamente divulgado na mídia em geral, o primeiro trimestre de 2015, foi complicado no setor automobilístico. Entretanto, de acordo com as informações levantadas pela Agência Autoinforme, no mês de abril houve uma desaceleração. No fechamento do referido mês foi registrada uma pequena alta que corresponde a 0,13%, até aqui, a menor do ano.

É interessante observar (conforme os dados da própria Autoinforme) que isso já era perfeitamente esperado. O motivo é que já no mês de março a pesquisa realizada já vinha mostrando sinais de que os preços iriam, de certa maneira, se acomodar. O que era apenas suspeita acabou por se confirmar.

E tem mais. Com essa nova perspectiva, o custo total que o motorista vai ter para andar com seu automóvel e realizar a manutenção preventiva terminou por fechar o quadrimestre apontando uma alta acumulada na faixa de 4,7%. Convém destacar nesse ponto que o índice registrado é praticamente idêntico ao obtido pela inflação oficial cuja medida é feita pelo IPC da Fipe.

Pois bem, mesmo com termos como inflação e preços altos é possível ainda encontrar uma boa notícia nesse cenário, principalmente em relação aos preços, a novidade é que os combustíveis ficaram mais baratos (o que não significa que não estão caros). Para a gasolina a queda média apontada foi de 0,19% e para o etanol de 0,44%. O motorista por sua vez irá perceber isso quase que imediatamente em seu bolso. Apesar de ser uma leve queda quando consideramos que os gastos com combustíveis correspondem a 30% do que “consome” um veículo dá para perceber o tamanho do impacto.

Saiba mais:

Ainda seguindo com as informações levantadas pela pesquisa mais dois itens da inflação do carro também apontaram queda. No mês citado a queda para os pneus ficou em 0,39% e o conjunto de amortecedores acabou 0,24% mais barato.

O problema é que olhando por outro lado, alguns itens que fazem parte da tal “inflação do carro” ficaram mais caros. Os preços subiram significativamente em relação ao serviço de balanceamento, alinhamento e óleo do motor.

Por Denisson Soares

Inflação dos carros

Foto: Divulgação





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