Fiat Argo Trekking 1.8 2020 – Análise, Novidades e Preço



Confira aqui as principais novidades presentes no Fiat Argo Trekking 1.8 2020.

A Fiat lançou uma chamada “versão aventureira” do modelo Argo, o Argo Trekking, que fez grande sucesso na versão hatch, com motor 1.3 e câmbio manual tradicional. Agora a montadora decidiu evoluir para um motor mais forte e com câmbio automático.

Como se esperava, esse upgrade acaba por refletir na tabela de preço, a versão 1.3 saía pelo valor de R$ 62.490,00, já a nova versão 1.8 salta para R$ 69,990,00. Sendo a parte mecânica o único diferencial entre eles.



Alguns de seus itens de série são: ar-condicionado, travas e vidros elétricos, sensor de ré, rodas de 15 polegadas, volante com regulagem de altura, direção elétrica e central de multimidia com sete polegadas.

Com o Kit Tech que traz alguns itens opcionais como a partida sem necessitar da chave em mãos, computador de bordo com sete polegadas de tela, ar-condicionado digital, retrovisor interno com antiofuscante e sensores de crepúsculo e de chuva. Esses itens saem ao valor de R$ 3.600,00. Com isso o valor passa para a casa dos 73mil reais o que passa a ser um concorrente direto ao modelo Renegade da Jeep, que sai em sua versão mais básica, porém com as mesmas características de motor a 77 mil reais.



A potência do veículo passa por empolgar os motoristas, são 1.8 de motor, esse com quatro cilindros E-torq. São 139cv e 19,3 quilograma-força. Sendo 30 cavalos e 5,1 quilograma-força de torque a mais em relação ao modelo inferior, o de motor 1.3 Firefly.

Comparando as acelerações dos dois modelos da Fiat, a diferença é de apenas 0,4 segundos para o motor 1.8. O modelo bate a aceleração de 0 a 100km/h em 10,4 segundos, enquanto que o motor 1.3 bate 10,8 segundos. Isso faz com que os motoristas entendam que por mais que a cilindrada seja maior, assim como a potência e o torque do motor, o Argo Trekking atinge um público que faz conduções mais pacatas.

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Alguns itens fazem com que o modelo de maior potência não se sobressaia tanto em relação ao de menor potência. Isso pode se dar ao peso, pois a diferença chega a 100kg e a segunda é em relação ao próprio câmbio, pois o câmbio automático é relativamente mais lento do que a troca de marchas manual.

O modelo aventureiro da Fiat, quando chega a 60km/h, pode passar a rodar em sexta marcha, porém, passa por uma lenta transmissão. Uma das prioridades do modelo Trekking é a economia do combustível, isso pode ser um dos causadores da desaceleração. O motor 1.8 é considerado inimigo da economia de combustível, pois para exercer sua potência ele acaba por consumir mais gasolina e etanol. Com dados obtidos através do Inmetro, o hatch, alimentado com etanol, pode fazer 6,6km por litro na cidade e na estrada pode chegar a fazer 8,6km por litro. Já com alimentação em gasolina, há um acréscimo na rodagem, passa para 9,4km por litro na cidade e chega a 11,9km por litro na estrada.

A montadora prevê uma melhora no desempenho e no quesito consumo também, pois há informações de que estão em processo de finalização de desenvolvimento de um motor turbo, que aí sim trará mais potência ao Argo. Por enquanto o modelo ainda é considerado perdedor quando colocado lado a lado com os concorrentes diretos.

Falando de design, o Argo Trekking possui, entre os outros carros compactos, seu interior como um dos mais modernos. Possui detalhes arredondados e suas saídas de ventilação centrais que remetem a teclas da aviação. Com uma central de multimídia de 7 polegadas, possui um estilo “flutuante” segundo a marca e sua interface é considerada elegante e amigável, porém, o espelhamento de celulares sem fio é ainda um item devedor nessa versão.

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