Crise pode ser o melhor momento para comprar um carro



O novo coronavírus afetou profundamente a forma como as pessoas vivem no Brasil e no mundo. A crise nos mais diversos segmentos trouxe muitas mudanças para a vida da população, com destaque para os cuidados de prevenção contra a contaminação e os novos hábitos de consumo diante do isolamento.

Assim, a incerteza econômica é plausível, já que muitos não sabem o tempo que levará para que a situação se estabilize e, principalmente, como agir diante disso tudo em termos de investimentos e relações de dinheiro. Porém, é muito importante pensar que a pandemia também pode ser uma excelente oportunidade, já que as promoções têm “pipocado” e os preços têm sido ajustados quase que semanalmente.



E, quando se fala do setor automotivo, essa realidade é ainda mais evidente. Comprar um carro pode ser um excelente negócio, fato ressaltado inclusive por diversos especialistas da área que dizem que esse é o momento certo para investir.

Duvida? 3 motivos para comprar seu carro



Podemos levantar muito mais argumentos para a compra de um automóvel em meio à pandemia do coronavírus. Porém, são três os motivos tidos como principais para te convencer de negociar o seu carro agora.

O primeiro e mais evidente é que, bem como ocorreu em diversos outros setores, a queda nas vendas de carros é visível. Com isso, têm-se um alto volume de unidades em estoque que precisam ser negociados. Por isso, se você não possui todo o valor para comprar um carro novo, esse é o melhor momento de conseguir as melhores condições e preços.

Os outros dois motivos são: a Taxa Selic com valor mínimo e histórico; e, ainda, a proteção constante do consumidor contra o covid-19.Em relação a esse cuidado, é fundamental levar em conta o cenário atual do mercado automotivo chinês. No país, a crise afetou profundamente o segmento, de forma que as vendas despencaram cerca de 75%.

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Após a estabilização da situação, todavia, a recuperação foi rápida. Assim, as pessoas que até então não pretendiam negociar um automóvel, entraram nesse mercado como forma de se proteger do coronavírus.Tal fato foi fundamentado por uma pesquisa realizada pela consultoria Ipsos. Assim, os números são claros, já que antes da crise ser instalada, somente um terço da população que ainda não tinha carro pretendia comprar um veículo.Depois da crise, o número já chegou a dois terços. E foi exatamente esse fato que trouxe a recuperação para o setor na China, até então sem esperanças de melhora.

Preocupação com o coronavírus

O aumento da demanda teve uma razão óbvia que foi a preocupação com a pandemia do coronavírus. Com a rápida contaminação em meios de transporte de uso coletivo, como trens, metrôs e ônibus, adquirir um carro própria foi uma opção muito mais segura de proteção.

E a perspectiva é de que o mesmo ocorra em outros países, como o Brasil. Assim, muitas pessoas irão adquirir o seu carro para poder se deslocar com muito mais segurança frente a uma realidade preocupante como é a da falta de vacina para proteção.

E diante da relação de oferta e demanda, comprar agora é bem mais vantajoso para o consumidor, já que o pico ainda não veio. Até o momento, as concessionárias possuem um estoque cheio e as vendas estão em queda há semanas. Assim, há uma maior oferta do que compradores, levando a melhor o consumidor que souber usar do artifício para negociar.

E se o preço não for mais barato, ainda há diversas outras condições especiais para pagamento. A baixa história da Taxa Selic, já comentada anteriormente e considerada central para a economia, bateu um mínimo de 3% ao ano. Isso ocorreu no início desse mês, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a mesma em 0,75 ponto percentual.

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O objetivo, um só: o de aquecer a economia brasileira, estimulando assim a demanda para investir, já que uma grande parte dos financiamentos deriva da taxa. Assim, ficou mais barato comprar um carro do que nunca.E apesar de ainda não ser um cenário ideal para o consumidor, vale lembrar que a situação irá se equilibrar em algum momento.

A expectativa após isso é que, o movimento de compras aumente e a demanda fique maior que a oferta, novamente.

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