Problema na Correia Dentada do Carro – O Que Fazer e Cuidados




Saiba aqui como resolver o problema na Correia Dentada de seu Carro.

Durante o ano passado, o Detran, com o intuito de estimar aproximadamente quantos automóveis haviam no Brasil, realizou pesquisas por todo o território brasileiro. Desse modo, as estatísticas mostraram que o número de veículos chegavam a pouco mais de 50 milhões. Um número bem grande se comparado ao total de habitantes brasileiros.

Quem tem um automóvel sabe que é como ter uma segunda família, isso porque, os carros, especialmente os mais antigos, além dos impostos, possuem muitas despesas com manutenção. No entanto, não é necessário se desesperar, pois com a adoção de algumas medidas de precaução é possível evitar alguns estragos e, dessa forma, economizar bastante.


Exemplo clássico disso é quando a correia dentada do carro se quebra. Além de doer no bolso, o carro pode ficar muito tempo inutilizado, devido ao conserto. Contudo, se o proprietário do veículo passar a fazer manutenções regulares, as chances de a vida útil do motor terminar são bastante reduzidas.

Para muitas pessoas, as peças dos carros e suas determinadas funções são como verdadeiros bichos de sete cabeças. Então, para os leigos que não sabem o que é e como funciona uma corrente dentada, as informações a seguir podem ser de grande valia. Basicamente, a correia dentada caracteriza-se por uma peça essencial para o automóvel. Essa peça é formada por nylon e borracha. Nesse contexto, o intuito da corrente é sincronizar o movimento das polias, assim como o virabequim e, por fim, o comando de válvulas. Todo esses processos acontecem no interior do motor.

A primeira orientação é a Prevenção. Essa é a melhor medida para evitar que a corrente se quebre de uma hora para outra deixando o seu dono da mão. Desse modo, é fundamental que o motorista leve o carro a uma oficina mecânica e, dessa forma, realize uma manutenção. Por meio desse procedimento, o mecânico pode identificar se a corrente apresenta falhas e outros desgastes, características que identificam o seu possível rompimento. No entanto, se o carro circular bastante em ruas e estradas, é necessário possuir um controle ainda maior sob as correntes. Desse maneira, é preciso que quando o carro chegar a, no mínimo, 50.000 Km, o motorista efetue a troca dessa peça tão essencial para o funcionamento do automóvel.


A segunda orientação é a seguinte, é necessário que o motorista saiba identificar se seu veículo é composto por uma correia e corrente. Do total de veículos brasileiros, apenas uma minoria possui correias, essas, por sua vez, dificultam que o motorista consiga identificar que está na hora de trocá-las, desse modo, elas se partem, sem mais avisos. Já a corrente é diferente, além de possuir uma maior durabilidade, é mais fácil para que o motorista possa identificar quando é preciso substituí-la, isso porque elas estão sempre cercadas por óleo, que tem a função de reduzir o atrito ente as polias. Dessa forma, durante a movimentação do veículo é possível perceber um barulho diferente. Esse barulho pode dizer que a correia está desgastada e, assim, diminuir grandes burocracias.

Se a corrente arrebentar, por consequência, o motor também deve parar de funcionar.

Portanto, espero que essas dicas tenham sido úteis ao leitor, já que a correia dentada é essencial para o funcionamento do motor e nesse sentido, logicamente, para o carro também. É importante ressaltar ainda que as manutenções não fazem com que o dono do automóvel economize no bolso, isso porque além de trocar a corrente, é necessário realizar a troca de outras peças dentro do motor, pois elas funcionam em conjunto e quando uma estraga, acaba interferindo no funcionamento das demais correias. No entanto, quem percebe que a corrente está desgastada pode se polpar da surpresa de tê-la arrebentada no meio de uma estrada muito movimentada, por exemplo.

Ana Paula Oliveira Coimbra



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