Donos de automóveis podem valorizá-los tomando algumas precauções e tendo alguns cuidados na sua manutenção.

Depois do imóvel, os veículos automotores estão entre os patrimônios mais almejados e consumidos pela população. Assim, é de grande importância estar atento e buscar compreender, em detalhes, o que é um carro usado tanto na aquisição quanto na venda. Todo proprietário e comprador precisam estar muito atentos quanto à qualidade do que vendem ou adquirem, sobretudo quando se trata de veículos. A norma fundamental expressa que quanto mais cuidados forem dedicados ao carro, menor será o investimento para torná-lo apresentável na hora de sua venda. Todo conselho nesse sentido deve ser levado em conta para quem desejam vender ou comprar.

Entre as melhores dicas estão: o reconsiderar a ideia de disponibilizar o carro para uma concessionária; manter as peças originais; manter o veículo limpo; preservar os comprovantes de manutenção, o manual e a chave reserva; manter a documentação em dia; descartar as customizações e nada de pequenos reparos na pintura. As pessoas que desejam adquirir um bem, geralmente, buscam por algo original, mesmo que seja de segunda mão.

Portanto, saber estimar o carro, conservar a sua qualidade durante o tempo de uso, caso se deseje, posteriormente, passá-lo adiante é um bom investimento. Em geral, os compradores são muito exigentes. Qualquer imperfeição no visual ou na mecânica pode desmotivar o cliente. A função das garagens é fundamental, a fim de proteger o veículo do sol, da chuva e da implacabilidade dos elementos. Isso é o mínimo que deve ser feito para se manter a pintura e a funcionalidade.

Em suma, vale muito a pena tentar manter o automóvel em seu aspecto original o melhor que for possível. Nada de acessórios adicionais. Um carro muito customizado e aparelhado de peças não originais desmotiva o comprador. É preciso levar em conta que muitos consumidores são colecionadores, em busca de unidades preservadas em sua integridade. Todo aparelhamento adicionado tende a personificar demais e baratear.

A higiene, tanto exterior quanto interior, é fundamental. Poder entrar em um clássico Opala 1974 ou um Galaxy 1970 e poder sentir o aroma do couro original dos bancos é algo que encanta muito os compradores. Vale muito a pena manter os estofamentos higienizados e tentar protegê-los de ressecamento, em especial aqueles produzidos em couro.

Como a estética é muito importante para causar boa impressão, retoques na pintura original podem desvalorizar muito. Vale a pena, no caso de veículos atuais, buscar informações sobre concessionárias que possuem convênio com funilarias que certamente oferecerão serviços de qualidade, em reparos. Manter o carro de modo que o mesmo pareça zerado é a chave para um negócio bem sucedido.

No caso dos automóveis mais atuais, e dentro do tempo de garantia da montadora, vale muito a pena mostrar essa condição ao cliente, ou seja, o manual do proprietário deve conter todos os carimbos das revisões obrigatórias, que são realizadas nas concessionárias. A chave sobressalente também deve ser incluída no pacote, no sentido de garantir um diferencial qualitativo e conquistar a confiança do comprador.

Também é de grande relevância conservar o máximo de comprovantes de registro de manutenções, no sentido de apresentar ao cliente uma ficha completa do histórico do carro. É muito importante primar pela qualidade, para atrair mais compradores. Dica importante: frequentar mais concessionárias e eventos nos quais carros usados são expostos.

Toda pessoa que possui um veículo e deseja vendê-lo, certamente precisa raciocinar como um capitalista que deseja garantir que seu negócio vai render, ofertando produto de alta qualidade. O capitalista tem o dever de se interessar pelo cliente. O comprador, por sua vez, precisa ser exigente em todos os sentidos.

Por Paulo Henrique dos Santos

Cuidados com o carro


Os idosos são considerados um dos grupos mais promissores para a indústria de veículos.

Os idosos dos Estados Unidos nunca foram tão ricos e saudáveis, por isso são considerados o futuro da indústria de automóveis. Por outro lado, os carros estão cada vez mais equipados com recursos que protegem motoristas com pescoço mais duro, reações mais lentas e até visão menos aguçada. Esses dois cenários associados formaram um motor econômico para as montadoras de veículos. A previsão é que essa seja a primeira vez na história que os aposentados serão um dos grupos demográficos considerados mais promissores na perspectiva da indústria de veículos.

De acordo com Mark Hans-Richer, diretor de marketing da Harley-Davidson, é frequente a venda de motocicletas 0km para pessoas com mais de 80 anos. O fato é que as ruas americanas estão ficando grisalhas. De acordo com informações do Escritório Censo, entre os anos 2003 e 2013, o número de motocicletas registradas em nomes de pessoas com mais de 65 anos cresceu em 29%. Isso mostra que os idosos estão relutantes a entregar de vez a chave de veículos, pois atualmente 3,5 milhões de motoristas têm mais de 84 anos nos Estados Unidos, representando um crescimento de 43% se comparado há dez anos.

Na contramão desse crescimento vem a juventude, pois os jovens não têm inclinação ou renda suficiente para ter um carro. No mesmo período com que cresceu o número de motoristas idosos, o grupo de jovens com menos de 20 anos apresentou um declínio de 3%.

O americano Richard Emmons tem 83 anos e aos finais de semana gosta de dirigir seu Jaguar ano 1995 com motor de 12 cilindros. Já durante a semana ele procura algo mais confiável e reveza entre seu sedan Audi A8 no valor de US$ 82.000 e o seu Volkswagen Eos 2009. Ele trabalha em tempo integral, diariamente como engenheiro e dirige 16 quilômetros todos os dias para ir e voltar do trabalho.

Por Jéssica Posenato

Idosa dirigindo

Foto: Divulgação





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