Troca de Carro – O Que Pode Desvalorizar seu Carro na Hora da Venda


  

Confira aqui os principais detalhes que podem diminuir o preço do seu carro para troca ou venda.

A tabela FIPE é uma das principais balizadoras ao considerar o preço de um veículo, porém, no momento da avaliação de revendedoras de veículos, muitos clientes “tomam” um verdadeiro susto quando percebem que ele está sendo avaliado com valor muito menor do que o constante na tabela.

Como não bastasse, algumas revendas, sem de forma alguma generalizar, inflacionam o valor de seus veículos, o que por fim prejudica de qualquer forma o cliente.

Quando a venda acontece de forma particular é perfeitamente possível “tabelar” o veículo pela FIPE, considerando é claro, alguns preceitos básicos de conservação na média.

Conforme indicado pela AutoAvaliar, através de seu diretor Daniel Nino, alguns itens em detrimento de outros são bem mais importantes e observados pelos avaliadores.

A AutoAvaliar, em parceria com 1,7 mil concessionárias, além de 20 mil lojistas de veículos multimarcas no Brasil, utilizou um aplicativo de cotação e avaliação criado pela própria AutoAvaliar, o qual indicou os 10 itens mais importantes, os quais as lojas ou concessionárias irão considerar no momento de comprar / receber um carro usado.

Itens mais considerados

Abaixo uma lista com os 10 principais itens elencados segundo a AutoAvaliar, dispostos por ordem decrescente de importância:

  1. Real Potencial de Revenda: Existem veículos com aceitação mais rápida no mercado, enquanto outros tendem a ficar mais tempo nos estoques. Considera-se que veículo parado em estoque, a rigor gera custo, principalmente em casos de muita desvalorização.

  2. Fora de Linha: Quase que instantaneamente os veículos que saem de linha, ou tem seu modelo muito “mudado”, passam a ter queda acentuada em seu valor prático de revenda.

  3. Seguro: Da mesma forma com que os clientes ficam atentos ao valor do seguro, os lojistas também, pois normalmente veículos com valor mais alto de seguro demoram mais para que a venda aconteça.




  4. Veículo de Fumante: Mal cheiro no interior do veículo, sobretudo de cigarro, é um mal presságio para a venda. Quando o proprietário é fumante e costuma fumar no interior do veículo é normal que o cheiro permaneça algum tempo, mesmo com limpezas específicas e etc.

  5. Desgaste dos Pneus: Pneus muito gastos ou defeituosos podem revelar outra questão interessante, pois podem indicar, além de “descaso”, também a certeza de que o novo proprietário deverá desembolsar um valor, muitas vezes alto, antes de fazer a vistoria.

  6. Pintura: Antes de levar um veículo para análise, seja em lojas ou particular, é importante fazer uma revisão na pintura, pois pequenos arranhões, marcas, manchas e etc podem fazer boa diferença no valor venal. Se for o caso, provavelmente será bem mais barato fazer os reparos do que arcar com a diferença na hora da venda.

  7. Quilometragem: Embora não sendo uma questão de extrema importância, tendo em vista as condições de rodagem e cuidados, a quilometragem quando alta sempre indicará menor conservação.

  8. Único Dono(a): E também boa procedência, são fatores levados em consideração ao avaliar. Podem denotar mais cuidado, mesmo que não seja algo tão indispensável à uma boa avaliação.

  9. Lataria: Muito semelhante ao item 6 (pintura), os cuidados com a lataria com relação a amassados e imperfeições, antes de levar para avaliação, podem constituir em um melhor valor.

  10. Bancos e Parte Interna: Não menos importante do que a parte externa do veículo, a interna deve estar sem “rasgos”, limpa e não gasta em demasia. Uma boa conservação ou renovação é importante. Se os bancos forem de couro, uma hidratação prévia é aconselhável.

Saiba mais acessando https://b2b.autoavaliar.com.br/.

Por Silvano Andriotti






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