Setor automobilístico registrou inflação de 0,13% em abril


  

Custo total que o motorista terá para andar de carro fechou o quadrimestre em alta acumulada de 4,7%. Contudo, alguns itens como os combustíveis apresentaram uma pequena queda.

Como foi amplamente divulgado na mídia em geral, o primeiro trimestre de 2015, foi complicado no setor automobilístico. Entretanto, de acordo com as informações levantadas pela Agência Autoinforme, no mês de abril houve uma desaceleração. No fechamento do referido mês foi registrada uma pequena alta que corresponde a 0,13%, até aqui, a menor do ano.

É interessante observar (conforme os dados da própria Autoinforme) que isso já era perfeitamente esperado. O motivo é que já no mês de março a pesquisa realizada já vinha mostrando sinais de que os preços iriam, de certa maneira, se acomodar. O que era apenas suspeita acabou por se confirmar.

E tem mais. Com essa nova perspectiva, o custo total que o motorista vai ter para andar com seu automóvel e realizar a manutenção preventiva terminou por fechar o quadrimestre apontando uma alta acumulada na faixa de 4,7%. Convém destacar nesse ponto que o índice registrado é praticamente idêntico ao obtido pela inflação oficial cuja medida é feita pelo IPC da Fipe.

Pois bem, mesmo com termos como inflação e preços altos é possível ainda encontrar uma boa notícia nesse cenário, principalmente em relação aos preços, a novidade é que os combustíveis ficaram mais baratos (o que não significa que não estão caros). Para a gasolina a queda média apontada foi de 0,19% e para o etanol de 0,44%. O motorista por sua vez irá perceber isso quase que imediatamente em seu bolso. Apesar de ser uma leve queda quando consideramos que os gastos com combustíveis correspondem a 30% do que “consome” um veículo dá para perceber o tamanho do impacto.

Saiba mais:




Ainda seguindo com as informações levantadas pela pesquisa mais dois itens da inflação do carro também apontaram queda. No mês citado a queda para os pneus ficou em 0,39% e o conjunto de amortecedores acabou 0,24% mais barato.

O problema é que olhando por outro lado, alguns itens que fazem parte da tal “inflação do carro” ficaram mais caros. Os preços subiram significativamente em relação ao serviço de balanceamento, alinhamento e óleo do motor.

Por Denisson Soares

Inflação dos carros

Foto: Divulgação






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